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My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 21 years ago, I’m 41. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

II Passeio BTT IFCC - Cebolais de Cima



Boas pedaladas,

Vou no 3º fim-de-semana seguido com maratonas nas pernas. O treino não é nem pouco mais ou menos o ideal para estas comparências, daí o resultado das, algumas, dores de que padeço.

Ir aos Cebolais de Cima é qualquer coisa como voltar à minha infância/adolescência e aos meus tempos de estudante do secundário. Encontro amigos com quem ainda falo, outros que conheço a cara e outros que deixei de falar já vai tempo.

Tivemos direito ao pequeno-almoço, corria um vento frio e ao estilo das américas bebi um copo de café bem quente, que me aqueceu as mãos e a garganta, acompanhado com um bolo caseiro, fabricação local.

Conversei com amigos, revi alguns outros, ouvi estratégias e pouco depois das 9h saímos para as maratonas.


Desta vez o SPONSER levou uma concentração maior e aparentemente, mais eficaz, devo dize-lo, com descidas longas e bem alucinantes, consegui “colocar-me” no andamento certo bebendo um pouca da “poção magica anti hipo” - ainda falta afinar - no entanto o café e o bolo, do 2º pequeno-almoço, antes da prova iniciar - com uns 90 mg/dL em jejum - cheguei depois de 22km percorridos, à 1ª Zona de Abastecimento com 130 mg/dL.

Depois da normal rotina e de diluir o líquido transportado, registou-se um rolar rápido com uma passagem de ribeira à mão (há qualquer coisa em mim que me faz acertar no óleo menos correto para o dia da maratona…). Uma rajada de vento fez atirar a LuxO ao chão quando registava uma das subidas que teríamos de trepar mais adiante…

A separação das maratonas estava marcada por um sinal de obrigação. Essa separação obrigava quem seguia para a maior, enfrentar umas subidas com um declive acentuado debaixo de um pó fino que se levantava sempre que um outro vento soprava mais forte.

Cada vez que chego à separação dos percursos “dou de caras” com a solidão, desta vez coloquei o Miles e demais parceiros, escolhidos por mim - selecionados por quem sabe e me iniciou no JAZZ - a musicar nas minhas costas atingindo a determinada altura um pico em que o meu batimento cardíaco registou uns 180 bpm, filmaram essa minha chegada (bem como a passagem na ribeira), e eis que chegamos ao nível da Vila dos Maxiais onde haviam algumas passagens técnicas.


Chego à 2ª ZA, "uma beira de estrada que bem conheço", algo fatigado para meu gosto… Medi 93mg/dL, comi uns bolos secos, fruta; banana, laranjas, bebi sumo, levei barras de cereais e torno a diluir o SPONSER arrancando, o que seria na minha cabeça, para uns 20km em velocidade “cruzeiro”.

Mal saí enganei-me, reparando no rider que saiu antes de mim, do outro lado do IP2, marcha a trás!!! Já no sítio certo entrámos numa zona de descidas rápidas, perto das Benquerenças, iriamos ter de as subir, quando rumássemos em direção aos Cebolais.

Nessas primeiras descidas tomo o meu GEL VITARGO, ainda convencido do andamento rápido que poderia ter. Em plena subida, tentando controlar não sei bem o quê ao telemóvel, CAÍ, quase parado!!! Sozinho, bastante dorido da tíbia, enquanto tentava pôr-me de pé, verifico o resto das mazelas: a marca da corrente no gémeo oposto, o cotovelo de um braço, o pulso do outro, uns quantos arranhões, SEMPRE com a música “no ar”, uma caída melódica!


De LuxO à mão chego ao cimo, limpo os “meus brancos” e de novo no trilho com a dor na tíbia em ligeiro alívio, tínhamos a zona - a meu ver - mais técnica de todo o percurso em que as “vistas” eram de uma agradável beleza, já precavido, avancei em muitas destas secções à mão.

Ao lado da A23, várias vezes, descemos e subimos em iguais proporções, chegando ao túnel que passa por baixo do IP2 ainda nos restavam alguns, surpresos km para o final, já estávamos perto dos anunciados 65km. Terminei com 69km passando ao lado da Sede do Indústria Futebol Clube Cebolense.

Média de 15.8km/h;
Total de 69.33km

Posição n. 31 em 4:59:10h

Pedaladas boas,
casf


English

Good rides,

I'm going in the 3rd week-end with marathons in my legs. Training isn't ideal for this attendance, hence the result of some, pain that I suffer.

Going to Cebolais de Cima village is like going back to my childhood / adolescence and my secondary school days. Meeting friends who still talk, others who know the face and other I stopped to talk some time ago.

We had right to breakfast, it ran a cold wind and on American style I drank a cup of hot coffee, I warmed my hands and throat, which I followed with a homemade cake, local manufacturing.

I talked with friends I reviewed a few others, strategies and heard shortly after 9am we left for the marathons.



My SPONSER, this time, took a higher concentration and apparently more effective I must say it, with long "downhill", I could "put me" in the right cadence, drinking a little of "anti hypo magic potion" - still too thin - however the coffee and the cake, from the 2nd breakfast before the race start - with 90 mg/dL fasting - after I travelled 22km, I arrived the 1st Zone Supply with 130 mg/dL.

After my normal routine and dilute the carried liquid, there was a fast rolling with a river crossing by hand (there's something in me that makes me put the less correct oil for the marathon day...). A gust of wind made throwing the LuxO to the ground when recorded one of the climbs that we had to climb further...

The marathons separation was marked by a obligation sign. That separation obliges the one who went to the larger, facing uphill’s with a steep slope beneath a fine dust that rose where another wind blew stronger.

Every time I come to the tracks separation "I face" with loneliness, this time I put Miles and other friends, chosen by me - selected by who know and started me on JAZZ - musicianing... on my back reaching a certain height peak that my heart rate was something about 180 bpm, filmed this my arrival (and the passage in the river), we reach Maxiais village where they had some technical passages.

2nd ZA, "a roadside well known", I arrived something tired for my taste... I measured 93mg/dL, I ate some biscuits, fruit: bananas, oranges, drank juice, I took cereal bars and dilute the Sponser pulling, for that would be in my head, a 20km on "cruise" speed.

Immediately left it I when on a wrong track, noting the rider who left before me, on the other side of IP2 road, going back! In the right place we have entered trough rapid descents near Benquerenças Village, we would have to climb them when turn toward Cebolais.



In these early descents I take my VITARGO GEL, still convinced from a rapid progress. At full climb, trying to control I don't know what on the phone, I FALL! Alone, very painful from my tibia bone, while trying to put me up, I check the rest of my ills: the mark of my bike chain in the opposite calf muscle, the elbow of one arm, the wrist of the other, a few scratches, ALWAYS with the song "on the air", a melodic fallen!

With my LuxO by hand I reach the top, clean "my whites" I back on track with a pain in the tibia in slight relief, had the more - I think -  technical spot from all the circuit, in which "views" were a pleasant beauty, I advanced on many of these sections by hand.

On A23 highway side, several times, we down and up in equal proportions arriving to the tunnel that passed down IP2 road still resting a surprise number of km to finish, we where close from the announced 65km. I finish with 69km passing near Industria Futebol Clube Cebolense headquarters.

Average 15.8km/h
Total of 69.33km
Position 31 in 4:59:10h

Cycling good,
casf

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