Translate

My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 19 years ago, I’m 39. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

I Trail Run Vila de Nisa

 
Boas corridas,
 
Com uma hipo de manhã - 65mg/dL - o pequeno almoço foi algo açucarado acompanhado de ligeira redução de basal, iriam ser só 15K.

 
Já em Nisa, uma vila que conheço relativamente bem, encontrei alguma caras conhecidas das corridas. Incentivamos a partida "dos 30K" e meia hora depois saíamos os "dos 15K". Neste tempo de espera comi uma banana e dei uma unidade de insulina rápida*...
 
Fui para a minha quarta prova de trail - o tira teimas - com a necessária redução na distancia, para tentar perceber se as mazelas das ultimas edições se repetiam ou foram meras casualidades...
 
Controlei-me para a distância e principalmente o acumulado. Os anunciados 1000D+, no meu GPS, mal chegaram aos 400D+ daí que tenha feito "mal as contas". Até à Senhora da Graça fazíamos metade, é sempre interessante ver do outro lado o objectivo lá em cima, descemos "a pique" e subimos na mesma condição com um incrível desnível - dou graças ao meu peso de menos 70 Kg.

 
Nesse ponto havia o 1º abastecimento sólido, medi 184mg/dL e das iguarias presentes na mesa fiquei-me pela água, coca-cola, amendoins, batata-frita e um tosta com mel.
 
Tornamos a descer, até à ribeira de Nisa e nova subida, subidas... Estas transações são daquelas que as pernas se resentem perto do final. Acho que corri mais do que sou capaz, mas no 2º abastecimento, à conversa com um amigo "sobre a vida", confirmo que o meu GPS acumulava pouca subida ao invés dos kms...
 
 
Os tornozelos, os joelhos, a glicémia, as marcações, os abastecimentos, as subidas, a corrida, tudo, foi na dose certa e quase que nos obriga a voltar e até tentar superarmo-nos... No final depois do recuperador 114mg/dL.
 
Corridas boas,
casf
 
(*Nota: as unidades de insulina que menciono, nunca deverão ser levadas em conta por outro diabético, sobretudo no sentido prático! É em função da "nossa" diabetes, em conjunto com o médico assistente, tipos de insulina, a nossa condição, que são programadas essas dosagens. NUNCA  deve ser feito um "past & copy").


My english version:

Good runs,
 
Having an hypoglycemia in the morning - 65 mg/dL - my breakfast was something sugary accompanied by a slight reduction in basal, would be only 15K.
 
In Nisa, a village that I know fairly well, I found some running familiar faces. We encourage "those from 30K" departure and half an hour after "those from 15K” we left. During this waiting I ate a banana and had a fast insulin unit*...
 
It was my fourth trail running race - the one - with a necessary distance reduction, trying to understand if my last editions ills, were repeated or were simple coincidences...
  

I controlled myself especially for the accumulated distance. The announced 1000D+, on my GPS, barely reached 400D+, so everything went wrong. Until Senhora da Graça (Nisa patroness) we did half of this way, it's always interesting to see on the other side, up there our objective, we descend and immediately climbed in the same incredible gap conditions - I thank to my weight, less than 70 kg.
 
On that point there was 1st solid supply, I measure 184 mg/dL and from the delicacies at the table I started through water, coca-cola, peanuts, French fries and a toast with honey.
 
We went down again, until Nisa small river and climb, more climbs... These transactions are the one our legs say enough near the finish line. I think I ran more than I can, but in the 2nd supply, talking with a friend "about life", I confirm that my GPS had accumulated little uphill instead of kms...
 
 
Ankles, knees, blood glucose, markings, supplies areas, climbs, the race, everything was in the right dosage, almost forces us to go back and try to overtake us... After my protein I read 114 mg/dL.
 
Run good,
casf
 
(*Note: insulin units mentioned, should never be taken into account by another diabetic, especially in the practical sense! According to our diabetes together with the attending physician, insulin type, condition, are scheduled this dosages. NEVER do "copy & past").


#3 Troféu Maratonas da Beira Interior - Oleiros

Boas pedaladas,
 
O I Troféu XCM da Beira Interior, organizado pela Associação Cicloturismo de Castelo Branco vai na 3ª prova, desta vez em Oleiros (sim, agora voltei para um prova de BTT), denominada Rota dos Medronhos.
 
 
Troquei umas palavras com o pessoal da Pinhal Total, parceiros neste I Troféu e os Organizadores da Rota.
 
O dia apresentou-se com o sol meio tímido e a temperatura tinha diminuído significativamente, contava com as subidas para aquecer e mesmo assim...
  
 
Saímos todos juntos após algumas indicações da Organização, nos primeiros 35K fazíamos 800D+. Aos 12K já estávamos parados no 1º abastecimento sólido!!! Segui rápido pois tinha os 2200 metros de desnível positivo pela frente.
 
Pelo quilómetro 20 um galho atravessa-se na jante e "mesmo em cheio" - não caí - mas entortou-me a válvula, metros à frente, fiquei a saber que o pneu furado era o ar a sair por lá. Felizmente tinha uma câmara nova e durante pelo menos 20 min. desmoralizei. Os restantes 15K para a passagem na meta - num percurso em forma de 8 - serviram para rever tempos e firmar a dureza para os restantes 1400D+. Na meta o speaker afirma: "e mais um corajoso para a maratona...".
 
A maior dificuldade, para mim, foi a PAREDE, bem grande, mal saíamos de Oleiros, curvávamos à direita, em direcção ao "neto" do Cristo Rei... Dou conta; no Rio de Janeiro está o Pai, em Almada o filho, e ali em Oleiros o neto, assim me explicaram durante o almoço (ver foto). Parecia não acabar, belo ensaio para o que tínhamos pela frente, ufff!
 
 
Pelo meio-dia, já depois de passar um atleta à saída de Oleiros que nunca mais vi, pelas 12:30h parei num abastecimento de líquidos. Deram-me comida, conversamos, medi 157 mg/dL (perfeito), repus algo nos bolsos e fiquei a saber que deveriam vir atrás de mim, ainda 8 atletas, desconfiado, segui em direcção ao rio. É claro que passei a manhã a “petiscar” do que levava nos bolsos.

As paisagens são fantásticas, a par das descidas vertiginosas, quase todas, sérias como as subidas o que por vezes não permitem apreciar as vistas com mais pormenor.
 
Lá em baixo no rio estava o  4º abastecimento sólido, páro de novo para comer uma broa de mel, um copo de cola, coloquei mais água do Vitargo Electrolyte, e enquanto provava o licor de marmelo - pouco alcoolizado, disseram-me! - chega o Filipe Domingues (o "bicicleta vassoura"), o meu cicerone da palestra e Trail de Oleiros, decorrido semanas antes.

 
Vinha a fechar a prova e com ele fiz uns bons quilómetros, isso sim, tentando colocar as conversar em dia, daí tínhamos uns 8K sempre em subida, mas porque fomos sempre em conversa até foi fácil! Não sendo assim ainda lá devia estar... Num determinado ponto, forçamos a paragens no diálogo, apanhamos dois atletas mais cansados e segui sozinho, isto porque os kms a subir parece que triplicam a distância.
 
Passados os aerogeradores e a torre de vigia foi sempre, mas mesmo sempre a descer até Oleiros, já decorria a entrega de prémios...
 
Antes do almoço, às 16h, e depois do Vitargo Endurance, os valores glicémicos estavam nuns belíssimos 142 mg/dL.

Pedaladas a subir de bOas,
casf

My english version:

Good cycling,
 
The I XCM Beira Interior Trophy, organized by Castelo Branco Cycling Association goes on 3rd event, this time in Oleiros (yes, I'm back, now for a MTB event), named Arbutus Route (Rota do Medronho) Marathon.
 
I talk a few words with Pinhal Total staff, partners on this I Trophy and Marathon Organizers.
 
The sun was shy and temperature had dropped significantly, I count with climbs to warm up, and even so...
 
We left together after a few indications from Organization, on the first 35K we did 800D+. On 12K was already standing in the 1st solid supply!!! I follow fast because had the 2200 meters of positive slope ahead.
 
 
At 20K crosses a branch on the rim and "right on it" - I did not fall - but I bent the valve, meters ahead I noticed the flat tire was the air went from there. Fortunately I had a new chamber and, at least during 20min. I demoralize. The remaining 15K to pass on finish line – on 8-shaped path – I had time to review timing and metalized remaining 1400D+ hardness. When I pass through the speaker says: "and another courageous goes for the marathon..."
 
The biggest difficulty for me was the WALL, a big one, leaving Oleiros, turning right towards Cristo Rei "grandson"... I explain it; in Rio de Janeiro (Brazil), is the Father, in Almada (Lisbon), the son, and there in Oleiros, the grandson, this was explained to me over lunching (see photo). Seemed no ending, a very nice essay for what lay ahead, ufff!
 
After crossing an athlete outside Oleiros, which I'll never saw, by 12:30pm I stopped in a liquid supply. They gave me food, we talked, I measuring 157 mg/dL (perfect), put back something into my pockets and they told me that should come after me, eight riders, suspicious, I follow towards the river. Of course I spent the morning "snacking" what I carrying in my pockets.
 

Landscapes are fantastic, like the vertiginous descents, almost all, so serious as the climbs which sometimes doesn't allow you to enjoy the views with more detail.
Down on the river was 4th solid supply, I stop again to eat a honey dry tipical cake, a glass of cola, put more water on my Vitargo Electrolyte, and while I tasted a apple quince liquor - with little alcohol, he told me! - arrives Filipe Domingues (the "broom bike"), my cicerone on my gathering in Oleiros Trail.
 
He was closing the race and with him I did some kilometers, rather, trying to put chatting on time, from there we had an 8K uphill, but because we were always in conversation it was "easy"! If it wasn't like this I probably be there till now... At some point, we force the dialogue stops, caught two athletes tired, after that I went alone.
 
After aero-turbines and watchtower was always, but always downhill till Oleiros, at the time of my arrival they were given the awards...
 
Before lunch, at 16pm, after my Vitargo Endurance, my glycemi value were on a beautiful 142 mg/dL.
 
Uphill gOOd cycling,
casf

X Trilhos da Raia, Idanha-a-Nova


Boas pedaladas,

As unidades de insulina foram pensadas em função da maratona, reduzi para metade a basal e nos 114m g/dL de glicémia, dei uma unidade de rápida (na teórica, não representa nada, já na prática...). O pequeno-almoço foi composto por pão branco com doce "sem açúcar" e uma fatia de bolo caseiro com leite e café "sugar free". Na concentração da saída comi uma banana.

A maratona mais aguardada do ano costumava ser com os últimos dias do Verão, este ano, a chuva apareceu em grande, na saída, ainda parados, antes da 9:00h, apanhamos a 1ª molha.

Dos trilhos a vila de Monsanto via-se ao longe coberta por uma nuvem carregada.

Até Medelin rolamos fácil, contudo notava-se o terreno pesado das chuvas que não tinham parado, praticamente, a semana toda. O ritmo era forte e para a maratona com os anunciados 95 km, tive de calcular o esforço para evitar surpresas no final.

Aí, no 1º abastecimento dava-se também a divisão dos percursos, registo 208 mg/dL, agarro num 1/2 de banana, uma maçã e como uma madalena com uma barra de cereais. Com esse propósito desde o início, e sem chuva até aqui, avanço para a maratona...

Notoriamente com menos atletas seguimos pelo "single track" de Medelim e uns km mais à frente passam por mim, em sentido contrário, dois "riders", enquanto comia as frutas que tinha trazido do abastecimento. Fez-me pensar, juntamente com o céu carregado que se instalava... Quando levava 22 km percorridos começou a chover, vesti o impermeável para nunca mais o retirar. Esta parte do percurso, com mais ou menos variantes é a mais difícil de superar, são 25 km.

A chuva, de moderada, passou a permanente, em alturas de intensidade acentuada, secos, já só praticamente o telemóvel e o medidor dentro de um saco de plástico num dos bolsos.

O terreno a partir daqui passou a acumular água sendo a progressão, em determinadas alturas, bastante difícil e perigosa. No alto de Penha Garcia, antes de descermos para a vila, enquanto tirava uma foto, passam os meus amigos de pedaladas Pedro Roxo, Rui Salgueiro e Vasco Soares, vinham em grupo e acompanhei-os durante boa parte do percurso.

 
A descida para a vila de Penha Garcia é sempre perigosa, por entre as pedras molhadas multiplica-se em perigo. Quase sem turistas, pelas condições climatéricas, esta paisagem nunca é demais salientar a sua beleza e interesse. Chegamos ao 2º abastecimento com 2 atletas à espera de "reboque" por questões técnicas, nova exurrada enquanto média o açúcar no sangue, 114 mg/dL. Comi uma sandes de queijo, bebi sumo, barra de proteína e nova madalena, aqui a Organização distribuía géis energéticos. Pela 2ª vez torci as luvas, ressentia-me do frio.

 
Praticamente plano até Monsanto, tivemos algumas paragens técnicas em que um tema foi largamente discutido; saber o que poderíamos estar a fazer não estando ali e, sobretudo naquelas condições... mas a chuva no corpo tem um poder de transformação humana, fiz um apanhado do que me lembro e sem ordem aparente:
- Se as nossas mulheres sabem?!...
- Isto não é para quem se trata...
- Os teus travões fazem muito barulho!?
- Já não travam nada, estava na realidade a tentar limpa-los...
- Puxa o casaco para cima, não consigo mexer os braços!
- Já não entra o prato pequeno!
- Mas quantos bolsos tem afinal a tua mochila?
- Óleo, mas para quê?
- Mas onde é Monsanto?... É alí!... Não se vê nada!... É da chuva!!!
- Chuva? Mas está a chover...?!

Eles continuaram e eu fiquei no 3º abastecimento, onde comi um borrachão e um gel:
- “Oh, o senhor sabe o nome dos nossos bolos?”
- “Os meus pais são de Idanha-a-Nova”...
- “Com esses óculos vocês são todos iguais!”
- “Ah já sei, és parecido, sim senhor!!!”
- “Bem-haja até logo.”

A subida para Monsanto pela calçada romana, foi escorregadia. Lá em cima o tempo estava pior, não havia oportunidade para fotos, tirar o telemóvel significava ficar também molhado… A descida foi rápida mas cautelosa, este ano foi incorporada uma secção técnica antes da descida para Idanha-a-Velha onde me juntei novamente ao trio!

No 4º e último abastecimento, na vila de Idanha-a-Velha caiu uma forte pancada de água (já o Pedro o Rui e o Vasco tinham saído), fui informado que em 10 anos era o 2º ano com chovia, desdenhei, pois de chuva e frio “fujo a sete pés”, este ano vingou-se em mim das vezes em que olhei para a janela e não saí porque chovia! Comi algo com chocolate e esperei…

Os últimos quilómetros até à meta foram penosos, completamente gelado, a chuva e o vento aumentavam de intensidade gradualmente, aqui ou ali, ultrapassando ou passado por algum “sobrevivente” deste penoso dia.

Passadas 7:17:14h termino mais uma prova, posso afirmar, a pior e mais dura no sentido prático, a chuva foi solidaria comigo e a diabetes, sempre presente - crónica!

Pedaladas quentes e bOas,
Casf

PS – Para se ter uma ideia de como o organismo continua a consumir HC mesmo depois de terminado ao esforço físico, na segunda-feira, um dia depois de terminar a prova, praticamente não coloquei insulina rápida, comi o normal e reduzi ligeiramente a basal, e mesmo assim as hipos ameaçaram.
 
My english version:
 
 
Good cycling,
 
Insulin units were based for marathon, I reduce by half the basal and on my 114 mg/dL blood glucose, I took a unit from fast insulin (in theory, means nothing, but in practice...). Breakfast consisted of white bread with "sugar free" jelly and a slice of homemade cake with a coffe milk. On start line concentration I ate a banana.
 
The most awaited marathon of the year used to be with last days of summer time, this year, rain came in big, just standing on star line, before leaving at 9am, we caught 1st wet.
 
From tracks, Monsanto village was seen covered by a heavy cloud.
 
Until Medelin village rolling was easy, however lands felt heavy from rains, all week before. The pace was strong and to do the marathon with the advertised 95 km, I had to calculate the effort to avoid surprises at the end.
 
 
There, on 1st supply, also paths division, I measure 208 mg/dL, grab half banana, an apple, eat a "madalena" cake with a cereal bar. With this purpose from the start, no rain so far, I went to the marathon...
 
Notoriously with fewer athletes we followed through Medelin single track and a few km forward passes by me, in the opposite direction, two "riders", while eating the fruit had brought from supplie. It made me think about, along with the heavy sky upon us... After 22 km started raining, I wear my waterproof to never remove it till the end. This part of the route, with more or less variants, is the most difficult to overcome, is 25 km.
 
 
The rain, started moderate, became permanent, sometimes really sharp intensity, dry, practically only the phone and the glucose meter inside a plastic bag in my pocket.
 
The progression with this saturated terrain, started to be quite difficult, at certain times, dangerous. In Penha Garcia top, before we descend to the village, while taking a picture, my friends Pedro Roxo, Rui Salgueiro and Vasco Soares came in group, followed them for long km of the tracks.
 
Descending to Penha Garcia village is always dangerous, through wet stones multiplies in danger. Almost no tourists due to weather conditions, is never overstate its landscapes beauty and interest. We arrived at 2nd supply with 2 athletes stopped for technical reasons, a new flood take over while I measure my blood sugar, 114 mg/dL. I ate a cheese sandwich, drank juice, protein bar and new "madalena" cake. Here, Organisation provide energy gels. For the 2nd time I twisted my gloves, I'm already resented from cold.
 
Mostly smooth till Monsanto, had some technical stops where a subject was widely discussed; what we could do not being there at the moment, especially in those conditions  but, behold, settles the power of human transformation due to rain, I caught some random sentences I remember:
- If our women's know!?...
- This isn't to any ne who take scare...
- Your brakes make much noise!?
- It didn't stop anything, I was actually trying to clean them...
- Pull my coat up, I can't move my arms!
- I can't put my gears in small plate!
- But how many pockets have you anyway on your backpack?
- Oil, for what?
- Where is Monsanto?... There!... It can't see anything!... It's from the rain!!!
- Rain? But it's raining...?!
 
They continued and I stay on 3rd supply, where I ate a "borrachão" - tipically dry cake, and took a gel:
- "Oh, you know the name of our cakes?"
- "My parents are from Idanha-a-Nova"...
- "Humm, with glasses you are all alike!"
- "Oh I know, I'll see similarities, yes sir!!!"
- "Thank you, later"
 
The ascent to Monsanto by Roman road was slippery. Uphill the weather was worse, there wasn't opportunity for photos, taking off mean getting wet... Descent was fast but with necessary caution, this year was design a technical section before the descent to Idanha-a-Velha where I joined again the trio!
 
In 4th and final supply, Idanha-a-Velha villafe, fell off a new flurry (Pedro, Rui and Vasco had left), I was informed that in 10 years it was the 2nd year with rain, no matter because from rain and cold "I run away on seven feet's", this year it took revenge on me from the time I looked out the window and didn't went out because it was raining!
 
 
The last few miles to the finish were painful, completely cold, the rain and the wind gradually increased in intensity, here or there, surpassing or be supassed by some "survivor" from this painful day.
 
After 7: 17: 14h I finish another marathon event, I can say, the worst and toughest in the practical sense, the rain was solidarity with me and my diabetes, always intends, chronic!
 
Hot and good rides,
casf
 
PS - To get an idea from how the body continues consuming Carbon Hydrates, even after finish physical effort, on Monday, a day after I almost did not had fast insulin, ate normal and slightly reduced the basal and even then the hippos threatened.

II Trail Pinhal Total Oleiros

Boas corridas,

No convite do Pinhal Total de Oleiros para participar no seuII Trail Pinhal Total, fazia parte uma tertúlia na noite anterior para falar de diabetes na prática desportiva. Fiquei impaciente, falar para uma plateia sobre diabetes nunca o tinha feito. O trail propriamente dito, era a desforra com a uma terceira participação numa prova deste género.

Na tertúlia estivemos presentes o VITORINO CORAGEM -Trail Veterano, NATÉRCIA SILVESTRE -O trail no feminino, ANDRÉ CASTRO -A dor no Trail, - CARLOS FARINHAPrática desportiva com diabetes, e PAULO PIRES – “ Aventuras e Experiências, treinador de Ultra trail runners.


Adorei a experiência no meu 1º papel como orador. Cada um foi falando sobre o seu tema e suas vivências, interagindo com o público por forma a responder às questões colocadas.

O meu nervosismo era tal, que durante a minha conversa não mencionei o nome do Projectoblue O! Se não chego a levar o jersey!!!


No domingo de manhã, registei uma glicémia de 172 mg/dL, diminuí a basal, e dei as unidades normais de rápida, a nossa saída era às 10h e por volta das 8:30h, tínhamos de apanhar o bus para o local de partida (percurso em linha). Desta forma evitava uma subida brusca de açúcar, bastava-me controlar ao longo da manhã.

Não é de agora, mas neste meu terceiro trail, ia apreensivo com os tornozelos, acabando por confirmar a sua fragilidade, que sem treino específico, pecam porfracos, pelo menos nesta modalidade...

Antes da saída comi a banana que levava e ao meu ritmo “de trás, tentando que fosse, para a frente”, mas tal não aconteceu, fui agravando a sensação de desconforto nos tornozelos, até passar aos joelhos.

Depois do abastecimento, numa das poucas subidas, oaçúcar” marcava 248 mg/dL. Praticamente só bebi o VITARGO ELECTROLYTE que foi sendo diluído e dei algumas dentadas na barra ENDURANCE. Uma cola uns salgados, outra banana… Já ia numa mistura de andamento a pé,trote, alguma corrida

Já perto do final estacionado no parque de campismo, à minha espera estava o homem que me fica com as medalhas


Cheguei com as dores mais agravadas... pouco mais de 20Km em 3 horas... enquanto tomada o VITARGO PROTEIN, medi 138 mg/dL.


Senti-me profundamente orgulhoso de ser convidado para estar presente neste trail e representar o Projecto blue O, forma mais inteligente de mostrar-mos que a diabetes não nos limita em nada, se bem que nos últimos dois trails a senhora (diabetes) tem andado a passear

ObrigadO Pinhal Total, para o ano...

Corridas boas,

casf

-//-

My english version:


Good runs,

On Pinhal Total (Oleiros village), invitation to participate in its "II Trail “Total Pins”", was a gathering the night before, to talk about diabetes in sports activity. I was impatient, I never had speaking to an audience about diabetes. The trail run itself was my 3rd race of this kind.

Presents to speak at the gather were VITORINO CORAGEM - "Trail veteran" NATÉRCIA SILVESTRE - "Trail on female", ANDRE CASTRO - "The pain in the Trail", CARLOS FARINHA - "Sports practice with diabetes", and PAULO PIRES - "Adventures and experiences, Ultra trail runners coach".


I loved the experience on my 1st role as speaker. Everyone was talking about his topic and lived experiences, interacting with the public in order to answer the questions.

My nervousness was such that during my conversation did not mention the Project name – blue O! If I didn't get my jersey!!!


On Sunday morning, I had 172 mg/dL of blood glucose, I decrease basal and gave the normal fast insulin units, our departure was at 10am and around 8:30am, we had to take the bus to 25K start point (on way trail). Thereby avoiding a sudden increase of sugar, enough for me to control throughout the morning.


Isn't from now, but on my 3rd trail run, I was apprehensive about my ankles, I confirm his weakness, without a specific training, tend to "weak" at least in this sport activity...


Before starting I ate a banana and, on my pace, "from back, trying to forward" but it didn't happen, I was aggravating my ankles discomfort, passing to my knees too.

After 1st supply, on a little rise, "sugar" marked 248 mg/dL. Pretty much just drank VITARGO ELECTROLYTE, already diluted, and gave some bites on ENDURANCE bar. A Coke, some salty snacks, another banana... My progress was a mixture of by foot, "trot", some run...

Toward the end, "parked in Oleiros camping", and waiting for me was the man who gets all my events medals/awards...

I finish with more aggravated pain, about 20km in 3 hours, while making the VITARGO PROTEIN, I measure 138 mg/dL.


I felt deeply proud to be invited to attend this trail and represent blue O Project, smarter way to show that diabetes doesn't limit us at all, although in the last two trails (diabetes), this lady has been strolling...

THANK YOU Total Pinhal.

Run good,

casf