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My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 21 years ago, I’m 41. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

III Trail Running Vila de Nisa


Boas corridas,

Em jejum a “máquina” estava em falência, 59mg/dL. Comi o necessário e o consciente para não fazer disparar a glicémia, mesmo que a cabeça às vezes mande “aspirar” a mesa do pequeno-almoço, sobretudo numa hipo. Dei a dose necessária de rápida para a contagem de hidratos ingeridos, isso sim, reduzi a basal e preparei a diluição do Vitargo Electrolyte.

Eu e o meu amigo Zé Amaro saímos no nosso ritmo e foi o melhor que fizemos, iam ser 3 subidas seguidas à Serra de São Miguel e eu avisei-o, “guarda-te para o final”...

Os abastecimentos foram sempre fartos e alegres, é um hábito alentejano, perguntavam pelas reações ao percurso, eu gostei bastante, algo técnico mesmo sem um trilho por entre uma linha de água ou precisamente no meio da ribeira, tinha partes muito bem trabalhadas e um “toque especial” para provavelmente fazer parte do circuito nacional nas pequenas distâncias, este dos 30K.


Aí pelos 15K, numa subida, medi 153 mg/dL, a diluição do Vitargo Electrolyte a barra Vitargo Endurance, os abastecimentos, “aspirei” de tudo; batatas fritas, bolos caseiros, boleima, metades de banana, laranjas, coca-cola, água e frutos secos recomponham a fadiga que se ia acumulando...


A prova este ano foi mais dura, consegui fazer menos das 5h, alcancei esse objetivo porque me “colei” ao relógio, não querendo, mas porque não tinha cãibras!

Corridas boas,
casf

XII Trilhos da Raia


Boas pedaladas,

Durante 2016 fiz umas caminhadas, umas provas de trail running, atletismo e ciclismo, talvez mesmo só uns "treinos" com a bicicleta de estrada e muito pouco com a minha 26"...

Contas feitas, a última prova de BTT em que participei foi há um ano, nos XI Trilhos da Raia, fui à pequena, e não acabei por problemas técnicos!


 Com “tanto acumulado de pernas”, pedi emprestada uma bike 29” ao David da Feelsbike e inscrevi-me, no que para mim, é uma excelente prova de btt e na distância longa, 95K. Não era a primeira vez e apontei 8h. Levei o FreeStyle Libre, que no final vinha algo castanho, confesso!

A glicémia estava para me gozar, medi no glicosímetro 266mg/dL - 307mg/dL no FreeStyle Libre - eram 6h:58min. Pequeno-almoço, leite com café e uma sandes de queijo, corrigi com a insulina rápida e reduzi a lenta, preparei tudo e fui.

Antes da saída às 9:00h, passei no braço para ler a glicémia e não digo o que registei mas se a máquina apitasse, tinha gritado!!! O stress aumenta-me a glicémia e nem digo quanto!!!


Nota: Corrigir um aumento de glicémia numa prova que vai durar horas, já me resultou numa hipo “lá mais á frente”! REPITO: Este procedimento é só meu, mas é sobretudo do conhecimento que desenvolvo com a minha diabetes.

Parei em todos os abastecimentos, sólidos e líquidos. Comi desde fruta, queques, pastéis de carne e uma meia bola de Berlim no último abastecimento em Idanha-a-Velha, já passavam das 15h e tinham acabado de chegar, só para verem a qualidade do evento. Em todos os abastecimentos refiz o Vitargo Electrolyte e ia trincando das barras Vitargo 323 Energy e Endurance.

Hora
10:07
11:00
12:32
12:54
14:31
15:06
17:31
18:17
mg/dL
396
193
93
81
111
94
133
216


Ia pelo 40K quando furei, uma regra básica do BTT, para quem não anda há muito tempo, e para não perder as faculdades técnicas. O David, que vinha mais atrás, parou e ainda se deu ao trabalho de me ajudar a remendar o furo, juntamente com outro colega. Eu segurei a câmara de ar nova, levei-a porque sabia que ia furar!!! A câmara furada estava colada ao pneu devido ao líquido anti-furo, foi uma luta, diz quem puxou, é mais fácil uma matança do porco. Mas há mais...

Antes de Monsanto, nuns trilhos com umas pedras estilo “rock garden” mas a subir, desequilibrei-me sobretudo pelo acumulado do cansaço nos braços e nas palmas das mãos, mal segurava no volante... Tive aquela sorte de quem ganha uma aposta, o totoloto até! Não parti o braço mas estive lá perto, suponho que já não devo ganhar o Euromilhões, mesmo que jogue… A queda deixou-me dorido e com uma molesta, até se instalar uma dor de cabeça forte.


Subi a calçada romana toda a pé, empurrando a bike - acho que foi ela que me segurou - foi o tempo necessário para recuperar do tombo. Em Idanha-a-Velha arranjaram-me um paracetamol, comi meia bola de Berlim, ainda quente, já só com a meta em mente.

Levar o FreeStyle Libre numa prova de BTT “é outra loiça”, nunca tirei as mãos das luvas, e nesta prova se não chove, temos aquele pó de secar a garganta! O suor, não ter de lavar as mãos, a rapidez e a poupança de tempo, a facilidade e a limpeza da “coisa” em si... Não arrumei com as 7h:30min a pedalar porque agora foram as desculpas do furo e da queda… fica para o ano, adoro estes desafios que levam tempo, vamos andando a “morder no assuntO”...

Pedaladas boas,
casf

“O meu sensor FreeStyle Libre”




“O meu FreeStyle Libre”,

Ser o mentor do Projecto blue O", com alguma referência nacional e internacional, serviu para ser contactado pela Abbott Portugal no seu intuito de lançar para o mercado nacional o "novo" FreeStyle Libre, um novo monitor contínuo de glicemia.

Foi no Congresso Mundial da Diabetes na Austrália, em Dezembro de 2013, que foi apresentado, pela denominação de "Flash Glucose Monitoring" - FGM. Há uma diferença comparando-o com um GCM. (Volto a este ponto mais tarde.)

Comparei-o com o GCM - "Monitor Continuo de Glicemia" - que tenho, para desta forma poder explicar algumas situações, mas também fiz umas pesquisas na net. Se quiseres uma explicação ao mais pequeno detalhe, lê o relato do bloger espanhol, “Jedy Azucarado Reflexiones de un jedi azucarado”. Como sempre, bastante direto e muito explicativo.

Nada do que vou escrever é novo, estas são só as minhas observações:
O sensor coloca-se no braço com uma facilidade inigualável. Visualizem no “You Tube” a colocação deste tipo de dispositivo, os das outras marcas, e vão perceber. Previamente, com o tissue fornecido com o sensor, limpamos a zona onde o vamos colocar, abrimos o invólucro onde vem instalado e pressionamos para o fixar no aplicador, este é colocado no braço, pressionamos e rapidamente fica colado, mais simples desconheço.

O sensor é fino e sem arestas, cujo objectivo é permanecer colado durante os 14 dias de funcionamento. Há quem se queixe de se descolar, ou de ter batido com o braço contra algo levando a que salte ou no mínimo se desloque, uma coisa é certa, quando o filamento, que faz a leitura no líquido intersticial, se “move“ “acabou-se a brincadeira”. Característico de qualquer monitor desde género!
O outro equipamento é o leitor, tem a “caixa” igual à do medidor InsuLinx, este, inovava com o ecrã táctil e calculava os bolus de insulina. O ecrã do FreeStyle Libre também é táctil e como outros medidores da Abbott, também lê os corpos cetónicos, a diferença está toda no software, trabalhado para gerirmos a glicémia…

A leitura da glicose é contínua sim, mas, na realidade é armazenada de 8h em 8horas, além da leitura no momento quando passamos o leitor perto do sensor, o sinal é transmitido por tecnologia NFC, resultado, num encontro de “freestyle libers” não há cá confusões, cada sensor envia o seu sinal ao seu “dono”.

As marcas que comercializam os leitores contínuos de glicémia, como benefício referem a redução da nossa A1c. É com total “liberdade” que passamos o leitor pelo braço para sabermos o valor da glicémia. ADORO e não sou o único! Desta “passagem pelo braço” à redução da A1c é simples, ficamos “dependentes” desse interesse!!! Este gesto permite-nos gerir o que até então só sabíamos quando parávamos de fazer o quer que fosse, para medir no dedo a nossa glicémia. Agora não, a cada 5min. o valor é registado e o gráfico vai sendo elaborado, advertidos pelas curvas de tendência. Podemos escolher as nossas zonas alvo, claro.

Volto ao que comentei antes, a diferença entre um “GCM” e este “FGM”:
O FreeStyle Libre - FGM "Flash Glucose Monitoring" - não AVISA como o GCM.
Podemos analisar o gráfico da nossa glicémia, no leitor, contudo não temos os alertas em caso de hipo ou hiper, mas as tendências são idênticas em ambos monitores, sabemos ao momento para onde se dirige a nossa glicémia e a intensidade, mas por ex., durante o sono não somos “despertados” com os bipes sonoros de estar em hipo ou da glicémia estar a subir!


Pontos fortes:
- Simples a colocar e de fácil interpretação pela leitura gráfica, sem necessidade de calibração, 14 dias “non stop”.
- Adesão, este 1º sensor, usei-o até “à morte”, aguentou 3 semanas, depois dos 14 dias mantive-o colado ao braço, continuei com a prática desportiva; corrida, bicicleta, nadar, com bastante suor e calor à mistura. Quando o tentei arrancar fiquei com o sensor na mão, o “selo” foi descolado tipo depilação a cera. Quem como eu nunca fez depilação, bem...
- Sensor pequeno, fino e sem arestas, não incomoda, ao dormir mal se sente.
- Preço muito reduzido, face a concorrência. Do leitor, do sensor e pela ausência de transmissor.
- Ligado ao computador temos um leque de opções para gerir a nossa diabetes, gráficos diários, em determinado horário, fazendo comparação de dias, as tendências…
- Algumas vezes comparei-o com o glicómetro, a discrepância era pouca, é a mesma quando usamos três maquinas de marcas diferentes e a mesma gota de sangue, não fazemos Jackpot!
- No que diz respeito ao desporto, a leitura durante o mesmo, se for corrida, trail running, caminhada, é fantástico, com a outra mão podemos comer uma barrita ou até tirar uma selfie. No ciclismo ou BTT, aconselho a treinar a arte circense, com aquela bicicleta de uma roda, depois de algum treino, conseguimos sem nos torcermos muito, ou mesmo largando o volante...


Pontos fracos:
- Por não ter transmissor não avisa, em tempo real, de hipo ou hiper.
- Preço, para quem como eu tem um salário mínimo, sobretudo se comparamos com as fitas, que são comparticipadas.
- O ecrã táctil é muito impreciso, tocasse, mais uma vez e outra…
- É muito simples graficamente e nas cores, no aspecto do softwear há muito trabalho a fazer...
- O leitor não vem acompanhado de uma bolsa própria, “made in china”! Se é para pedir, a bolsa podia ter a facilidade de ser colocada no cinto (por ex.), para ser fácil de retirar e arrumar.
- Peço outra vez, se mede os corpos cetónicos, a lanceta, na tal bolsa?
- A questão do software… o único botão que tem, que também serve para voltar para trás, algum descuido e desligas o aparelho.


A indisponibilidade nacional e a comparticipação…
Infelizmente para mim, não tenho acções no mundo farmacêutico e actualmente as notícias sobre partidos políticos e as acções dos mesmos, abomino pelo desprezo. Dizem-me que é uma questão de signo, mas agarro-me à realidade das coisas.
Os consumidores são aqueles que têm de pagar pelo desenvolvimento de qualquer inovação, no mundo farmacêutico é dos casos mais evidentes!
Quão difícil é provar a um governo que investindo na prevenção - na diabetes e no caso dos monitores contínuos de glicemia - face aos custos das complicações que advertem da má gestão, é-lhes, aliás, é-nos mais barato apostar, mesmo que a longo prazo, nessa prevenção! São negócios de milhões, da prevenção aos tratamentos dessas complicações, mas estamos cá nós para pagar isso tudo, temos uma maior esperança de vida, aumentaram-nos a idade da reforma… Insisto, eu queria ser accionista!!!


Agora que desabafei, explico o meu ponto de vista:
Do meu saber o único entrave que tem prolongado a não disponibilidade em Portugal é o facto de não existe legislação que enquadre este monitor de glicose, não é um GCM nem tampouco um glicómetro de fitas. Se bem que, por esta explicação, os governos dos outros países também teriam tido este imbróglio, somos assim tão obtusos?!

No caso português nem nos podemos queixar muito, as insulinas são gratuitas, as agulhas, as canetas, as “maquinas”, as lancetas, as fitas têm um desconto “brutal”. As bombas, aí nem me "estico", com isto já devo ter para me queimar, mas a realidade do nosso país é-nos largamente favorável, achO! €60 para 14 dias de info a cada 5 min? Os custos dos outros GCM do mercado? Se as fitas não tivessem comparticipação? O FreeStyle Libre não vai fazer milagres, facilita a gestão da diabetes de quem quiser ter a diabetes controlada, a nossa cabeça é que manda, existem muitos pacientes diabéticos que têm a sua diabetes controlada pelos princípios básicos; insulina, alimentação, actividade física. Deixou de ser uma “porta aberta”, o FreeStyle Libre “abriu a casa toda”, as outras marcas que entrem no jogo…


Bom desporto,
casf

Caminho Portugês de Santiago








Boas caminhadas,
Uma semana a fazer de peregrino com a “casa às costas”, acompanhado, também, da minha diabetes é do melhor para “lavar a cabeça”, é um entrar numa outra zona de conforto. Os horários alteram-se, as doses de insulina reduzem-se procurando os devidos acertos, com refeições atribuladas, num hábito cultural em certo ponto apreciado, as contas nem sempre batem certo.


O meu principal objectivo era evitar a hipo noturna, para o devido e necessário descanso corporal. Resultou, não sendo obsessivo com os valores registrados.
Fiquei fã, até porque como nos disseram “não poupem na vaselina”, os nossos pés fartaram-se de passear sem nenhuma bolha, a ver para a próxima...
Obrigado Paulo, Fernando, Emanuel, Rafael e a todos os que felicitaram a minha diabetes. A todos vós muito ObrigadO.
Carlos


-//-


Good hiking,
A week doing the Pilgrim with the "house at the back", together, also, with my diabetes is the best to "wash the head", it’s enter in another comfort zone. Schedules are changed, insulin doses are reduced looking for the appropriate arrangements with troubled meals, a cultural habit, enjoyed at one point, accounts do not always add up.


My main goal was avoid nightly hypo, due to necessary body rest. It was ok, not being obsessed with the recorded measures.
I became a fan, as someone told us "not spare in Vaseline", our feet were filled to walk without any bubble, we will see in the next one...
Thanks Paulo, Fernando, Emanuel, Rafael and all who congratulated my diabetes. To all of you, thank you very much.
Carlos


#ProjectoblueO 
- Oficialmente Peregrino de Santiago. A minha diabetes está viva e recomendO-a.
- Officially Santiago Pilgrim. My diabetes is alive and I recOmended it.


Estrela Grand Trail


Boas corridas,
O “stress” em mim dá-me um efeito “boost” na glicémia.
De manhã em jejum, numa semana em que a toma da insulina basal foi alterada - passei a dividir entre manhã e noite - em jejum medi 273mg/dL. Confesso que as contas das doses “bateram nas laterias do alvo”!
Não foi o “pelotão aos gritos” no carro “encaixando” os 16K de caminhada prevista, também não foi um tronco caído na EN 18, mal saía de uma curva, que bloqueava ambas as faixas de rodagem. Levantamos os dorsais com tempo, mas quando cheguei ao controlo zero faltava só 5min. para sairmos:
- Então e o chip? Onde é que o tens?
- O chip?
- Sim, estava no envelope dentro do saco com o dorsal! Vai lá depressa...!
Cheguei de “bofes de fora” faltava um minuto. A pulsação saltava-me pelas veias e nem quero imagino a glicemia!!! Naquele estado devia ter ido fazer as massagens...
Os primeiros 8K são sucessões de escadas e muitas SubidaS, umas mais inclinadas que outras. Nunca mais “apanhei” a minha cadência!!! Durante a subida, tive alturas de confundir a fraqueza do corpo, com o sintoma de hipo o que me fez comer.
No Vale do Rossim medi 212mg/dL, comi pouco, não tinha apetite. Repus os líquidos, alguma fruta e pouco mais. Diluí o Vitargo Electrolyte e já tinha ½ barra “Vitargo 323g” ingerida.
Com o declive menos acentuado, continuamos a subir até aos 1700m, fui digerindo duas bolachas que retirei do abastecimento, sempre cansado e com pouca vontade, até para comer! Não tive uma dor que possa aqui escrever…


Depois da “racha” era sempre a descer e colei-me a uma malta que ia ritmada, e fui com eles.
Levei mais tempo que o ano passado, na altura, com muito menos treino e pouco especifico para o trail running. Como tenho a sorte de ter uma doença crónica – note-se que estou a ironizar – vou-me vingar e se me der para isso ainda faço mais quilómetros e a diabetes, assim como eu, que se aguente!
A Catarina e o pequeno fizeram os 16K, na maior parte do tempo, na companhia dos caminheiros de Gondomar, partilhando experiências e ultrapassando limites. Desta vez fui eu que os vi chegar. A diabetes estava toda refastelada, sem hipos os valores estiveram bem mais controlados nos dias a seguir…
Sérgio Moreira, diabético Tipo 1, fez os 90K em 16h.
Natercia Silvestre, embaixadora do ‪#‎ProjectoblueO‬, levou a camisola para se agasalhar, ficou em 1 lugar das mulheres, também nos 90K.
Corridas muito boas estas,
casf
Nota: 90x2 + 16x2 + 26 = 238K, mais do que faço em 6M de condução!
Good races,
Stress gives me a “boost” effect in my blood glucose.
At morning, in a week I change the way I take basal insulin - now I split between morning and night - fasting time I measured 273mg/dL. I confess, about insulin doses accounts I "hit the target laterals"!
It wasn’t the "squad shouting" in the car "fitting" the 16K proposed hiking, also wasn’t a fallen log in the EN 18 route, barely coming out of a curve, blocking both lanes of the road... We raise our numbers with time, but I reached zero control only 5min. to depart time:
- Where is your chip? Where do you have it?
- Chip?
- Yes, it was in the envelope inside the bag! Go quickly, go and get it...!
I arrived really exhausted, with a minute to start. My pace jumped into my veins and I not even want to imagine my blood sugar!!! On that state I should had gone to the massage...
Firsts 8K are successions of stairs and many climbs, more prone than others. I never "caught" my cadence!!! During the ascent, I had weakness moments, related them with hypo symptoms, who take me to eat.
In Rossim Valley I measured 212mg/dL, I ate a little, had no appetite. Re-hydrate, ate some fruit and not too much. I dilute Vitargo Electrolyte and for the time I had ½ "Vitargo 323g" bar ingested already.


With less slope we continue climbing up to 1700m, meanwhile I had two crackers taking from supply, always tired and unwilling even to eat! I had not any pain I can write down here…
After the "rift" was always down and “glued” myself to a group that was rhythmical, and went with them.
It took me longer than last year, at the time, with much less training and less specific for trail running. As I have been fortunate to have a chronic disease - note that I am mocking - voume revenge and if you give me for it yet do more kilometres and diabetes, like me, who hold!
Catarina and the youngest they did the 16K, most of the time, in the company of Gondomar walkers, sharing experiences and overcoming limits. This time was me who saw them arriving. Diabetes was all sprawled without hypos, glycemias were much more controlled in the following days...
Sergio Moreira, diabetic Type 1 did the 90K in 16h.
Natercia Silvestre, blue O Project ambassador, took “blue O” sweater to wrap up, she took 1st place, on women’s also in the 90K.
Very good races,
casf

‎UTAX

Trail do Xisto: 22K

Boas caminhadas,

Os primeiros 10min. de uma prova excelente foram registados no levantamento do dorsal, a Catarina viu-o! Está ali o Carlos Sá, não viste?! Posso dizer que tivemos o privilégio de ter uma "tertúlia", privada, com o Carlos Sá. Ele conhecia o Projecto blue O, falamos do trail em geral, dos projetos dele, a diabética presente no ‘Coast Chanllenge' e ainda incentivou o pequeno a praticar… o que mais lhe satisfizer!

Em jejum tinha 91mg/dL, não dei rápida, reduzi ¼ da basal e comi “para ir trabalhar". Antes da prova, e 3h depois do pequeno-almoço, errei ao dar insulina rápida, convencido que estaria alta, enquanto comia uma banana e sem ter medido a glicémia!

Subir a Gondramaz exige força de pernas, equilíbrio e desta vez, parece-me, investiram na escalada, a "evitável" hipo fez-me parar, notava uma visão "turva" - eu que nem gosto de tirar fotos - aproveitei para comer e desfrutar das vistas...



Lá em cima estava a família, os incentivos dos presentes e o Emanuel, o amigo que conheci, finalmente em carne e osso. O segundo ano que de lá saí-o com comida na mão e a correr mas ia apreensivo. Programei algum fortalecimento de pernas e estava a testara a “maquina”. No 2º abastecimento, medi 221mg/dL, o esforço era menor e a corrida fluía a muito bom ritmo mas confesso que exagerei na alimentação…

Cheguei à meta e o speaker pôs-me a falar ao micro; "Castelo Branco, e para o ano estou cá outra vez com a diabetes" disse... Seguiram-se as massagens. Fui relaxado para um banho de água quente, como nunca tomei em nenhuma prova. Molhei-me mais à procurar os restaurantes aderentes do que em 23K de prova, mas compensei com a carne assada no forno de padeiro.

Já disse que a prova foi excelente? Foi do melhor, a minha diabetes desfrutou com tudo a que tinha direito!

Corridas boas,
casf

My English version:


Good runs,

The first 10min. from an excellent trail running event was when I collect my dorsal number, Catarina saw him! Over there was Carlos Sá, you didn't seen him?! I can say we were privileged to have a private "gathering" with Carlos Sá. He knew blue O Project, speak about trail running in general, from his projects, the diabetic girl present in 'Coast Chanllenge' and even encouraged my child to practice... what more he please!

At fasting I had 91mg/dL, didn't take fast insulin, reduce basal ¼ and ate "to go to work." Before the race, 3h after breakfast, I was wrong having fast insulin, convinced that would be high, meanwhile I ate a banana, without measured my blood glucose!



Up to Gondramaz requires leg power, balance, and this time, it seems to me, they invested in climbing, the "avoidable" hypo stopped me, I noticed a 'blurred" vision - me, who like to take some pictures - took the opportunity to eat and enjoy the views...

Up there was my family, the incentives from the presences and Emanuel, a friend I met at last, in flesh.
The second time I left there with food in my hand and running but I was apprehensive. I programmed some strengthening legs and I was there tested the "machine". In the 2nd supply I measured 221mg/dL, the effort was smaller and the race pace was flowing very good but I admit, I exceed on the food...


I reached finish line and the speaker put me to talk. "Castelo Branco, and next year I'll be here again with my diabetes" I said... Followed by some massages. I went relaxed to a hot bath, like I never had on any event. I get wet much more searching for participating restaurants than on the 23K, but I made up with the roast beef in the oven Baker.

I said the event was excellent? Was the best, my diabetes enjoy with everything to that was right!

Run good,
casf