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My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 21 years ago, I’m 41. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

Canyon Lux MR 9.0 SL blue O Edition - Ensaios/Trials

Boas pedaladas,


As bicicletas já têm vários anos nas minhas pernas, numa vertente de lazer é certo onde a curiosidade e interesse em saber como funciona e o seu comportamento se sobrepõem à vontade de competição.
Desde novo que me conheço a percorrer as redondezas da minha cidade montado na minha bike, assim como fui avançando nas distâncias percorridas as bicicletas corresponderam com os materiais que as compunham.
Para este ano a Canyon Bycicles GmbH decidiu apostar no Projeto blue O com o empréstimo de um exemplar do seu vasto leque de modelos.
Decisão tomada e escolhidas as provas em que iria “MOSTRAR” a “MÁQUINA”, personalizada na Alemanha, surge a LUX MR 9.0 SL blue O Edition, com “estreia mundial” no Granfondo 2011 em Koblenz na casa da CANYON no passado mês de Abril.


GEOMETRIA do quadro


A escolha foi pensada na minha RC 8.0 de 2008, uma “4-bar-linkage”, esta suspensão total é vocacionada para maratonas, mas ao contrário da RC em Alu., a blue O Edition vem com “esqueleto” em carbono.
A sua geometria específica de XC (tubo do selim de 73 graus e coluna de direção com 70 graus) agrada-me ao meu estilo de condução e para as provas mais longas a suspensão total é o ideal. “O design do trapézio amplo do quadro associado ao curto balanceio garantem uma excelente transmissão de potência, mesmo pedalando de pé”.
Ao agarrar no tubo superior “oversize” fiquei logo com a sensação de um conjunto leve (pelo site, 9.60kg sem pedais)!
Na Canyon tem uma filosofia que é determinada por “lighter, better, stronger” - mais leve, melhor e mais forte - “o segredo do quadro de carbono F10 está na disposição das suas fibras” recorrendo aos nano-tubos a estrutura F10 são 100 vezes mais resistentes que o aço de alta resistência e 20 vezes mais resistentes que as fibras de carbono convencionais, se bem que todas as marcas já vão registando patentes próprias na elaboração e construção dos seus quadros.

 
























EQUIPAMENTO
O circuito mundial já o ensaiou sendo na realidade já adotado por muitos riders de topo, e não só!
Todo SRAM XX, rodas Mavic Crossmax SLR, amortecedor RockShox Monarch RT3 e a RockShox SID XX World Cup, só posso dizer uma frase; “o que é preciso é pernas para ela!”. Com elas bem treinadas estamos em perfeita conjugação com esta máquina.


 
PRIMEIRO TESTE
Dia 25/04, feriado em Portugal, 40km de percurso (30km de estrada e 10km de Rota Pedestre), Nisa:
Retirei as câmaras-de-ar dos pneus e coloquei líquido anti-furo nos Schwalbe Rocket Ron 2,1" "Tubeless Ready".
Antes já tinha procedido ao posicionamento dos componentes do "cockpit" à minha maneira de condução preferida.
A primeira impressão que se retira é da evidente leveza da bike, rola bem, o "bombear" não o senti nunca e durante a parte do percurso da Rota Pedestre, como foi sempre ladeando o rio, LUXuosamente coloquei a bike ao ombro, e do seu peso não me queixo nada!
Os pneus absorvem bastantes irregularidades do percurso, dependendo da pressão inserida é ainda mais evidente.
O prato pequeno à frente (28 dentes) com o maior atrás (36 dentes), foram suficientes para me levarem outra vez à estrada de alcatrão, lá em cima, não tendo sido necessário recorrer aos 36 dentes.
As mudanças Sram XX Trigger com o clic característico da marca SRAM passam na perfeição.
O que senti profundamente foi uma sensação no toque, desde as manetes até ao pedaleiro, será do CARBONO?!?!

 


SEGUNDO TESTE
Dia 23/05, Maratona X100 - X50, Castelo Branco:
O amortecedor traseiro Monarch RT3 tem 3 posições controladas pela "patilha" azul; aberto, plataforma e anti-bombeio - defino-o de praticamente bloqueado, não o sendo - na realidade pelo meu peso, na 3ª posição quase não se mexe!
Durante todo o percurso a plataforma foi a posição mais utilizada, somente em duas ou três descidas e só depois de constatar que não acabavam "logo ali" é que "abri a mola" do RT3, as pedras também me obrigaram a esse procedimento!
O balão proporcionado pelos Schwalbe Rocket Ron, pressões à parte, são "catalisadores" na absorção das irregularidades.
No que respeita à transmissão em determinados estradões, neste contexto de maratona, um prato grande de 44 dentes daria jeito. Para pernas treinadas, mais rápidas chegariam ao destino!
Nas ascensões, sem eu ter um treino específico, o prato pequeno de 28 dentes, foi bastante suficiente para subir as "paredes" que se sucediam. Só depois de 4 horas é que o corpo, queixando-se um pouco, evitando entrar numa agonia, o prato traseiro de 36 dentes facilitava bastante.




TERCEIRO TESTE
Dia 28/05, PT Open XCR 24HORAS, 2ª Etapa Monsanto, Lisboa (6 Horas):
Um circuito XCO bastante técnico a puxar pelos componentes de "LUX".
O Monarch nesta prova esteve, praticamente, sempre aberto, as raízes e as pedras com os drops sucessivos, pelo meio, fizeram-me "abri-lo" tornando-se assim menos penoso a irregularidade deste piso.
Os Rocket Ron desde a primeira saída que acho que amortecem o meu peso contra as diversas irregularidades do chão em que vou rolando. Em Monsanto, por várias vezes, pensei que os rasgava nas laterais tal não era o bater/roçar contra as pedras do percurso, mas estes permaneceram firmes e com o rasto próprio para avançar e travar pareciam umas "mãos" de gato, a determinada altura e com a lama já presente, foram uns verdadeiros REMOS!!!
Os Avid XX foram sempre reativos em todos os drops! A única vez que caí estava praticamente parado! Tentava transpor uma zona técnica, não tive rapidez em "descolar" o sapato originando um "abraço" a umas silvas, estas "quiseram a minha amizade"!!!
A transmissão funcionou na perfeição, a pedaleira Truvativ Sram XX 2x10 (28-42), compensada com um carreto de 11-36, bastante indicados para este percurso que, por ser "esguio" nos trilhos, com subidas e descidas de rompante, em que a alteração na velocidade era constante, as "perguntas" que nos pede o terreno, este conjunto dá-nos "respostas" rápidas.




QUARTO TESTE
Dia 13/06, 3ª Prova da Taça de Portugal XCM Sport Zone, Manteigas:
Já o tinha referido e nesta prova comprovei pessoalmente, o equipamento da LUX anda na bike dos atletas de topo, nacional e não só, repito!
Pelo acumulando das subidas a plataforma foi mais uma vez a posição do amortecedor que mais utilizei. Bombeio zero e pela leveza de todo o conjunto (bike, rodas, atleta) só o esforço na parte final "fazia algum peso"!
Os Rocket Ron voltaram a ser uma peça fundamental para o conforto acrescido durante o rolar, com uns tacos corretos para subir até aos 1425 metros de altitude além de serem fundamentais para ajudar a travar nas descidas mais técnicas em que a terra já bastante solta, era propensa às quedas, que as houve! Nesta altura em que o acumulado de descida superava os 6km...
Os Avid XX nunca quebraram na sua potência. A transmissão, 2x10 é deveras muito mais simples de manejar e habituar, bastante suficiente quer seja neste tipo de maratona com subidas tecnicamente bem inclinadas, quer em XCO onde as acelerações e ascensões são mais rápidas de acontecer.
Com a frente mais inclinada, inverti o avanço desde o primeiro dia, esta bicicleta, de tão completa em equipamento tem tudo para enfrentar qualquer maratona ou circuito XCO, em perfeito conforto, associando o efeito do carbono na absorção das irregularidades do terreno, bem como a geometria do seu quadro, encontro-a muito estável e fácil de manobrar.



NOTAS
O único aspeto negativo que encontrei foi no posicionamento dos parafusos para a grade do bidom de água, têm uma posição que nos faz procurar bem o tipo de grade a colocar, quanto mais baixa, próxima do tubo vertical, melhor para colocar e retira o bidom em andamento.
Ainda bem que lhe encontrei este "defeito" sabendo que não poderei ter um LUXo nos próximos tempos, dá um pouco de "raiva" esta bike!
A Canyon LUX MR 9.0 SL blue O Edition, vai agora ser "caminheira" e percorrer o caminho francês até Santiago de Compostela, mais de 800km, vai fazer-lhe bem à diabetes...
OBIGADO CANYON Bycicles GmbH / Paulo Alves

Pedaladas boas,
Carlos A. Santos Farinha


English version;


In my legs I've several years by bike on it, from a leisure aspect, where curiosity and interest in how it works and its behaviour will overlap the competition.

Since young I’ve been cycling the outskirts of my city, and as I’ve been advancing on bike distances, happened the same with the materials that compose them.

This year Canyon Bycicles GmbH decided to loan blue O Project with one of the wide range models.

Selected the model and the events where it will be " SHOWN" this “MACHINE”, custom it in Germany, there's LUX MR 9.0 SL blue O Edition, "internationally first shown" at the 2011 Granfondo in Koblenz at the CANYON's house last April.





Frame GEOMETRY

To make my choice I thought on my RC 8.0 from 2008, a “4-bar-linkage”, this total suspension is for marathon style distances, but unlike the RC in Aluminium the blue O Edition comes with is "bones" made of carbon.

Its XC geometry (seat tube 73° and steering column with 70°) pleases me right on my driving style and for long races, full suspension is the best. “The wide trapezium frame design and short pivot arms guarantee an optimal transmission of power, even when riding out of the saddle”. By clinging the oversized top tube we fell the lightweight (9.60kg without pedals).

Canyon philosophy is determinate as "lighter, better, stronger" - "the F10 carbon frame secret is their fibres disposition" using the nano-tubes the F10 structure is 100 times more resistant than high-strength steel and 20 times more resistant than conventional carbon fibres, although all brands have their own recording patents, developing and building their frames.





EQUIPMENT

The world tour has been tested it, in fact already adopted by many top riders, and, not only the top!

All SRAM XX, Mavic Crossmax SLR, RockShox Monarch RT3 and RockShox SID XX World Cup, the only sentence I can say is; "what is needed for her is, just legs!”. With them well trained we are ready for this machine.





FIRST TEST

25/04, Day off in Portugal, 40km (30km by road and 10 km by Pedestrian Route), Nisa:

I removed the inner tubes and put in anti-hole liquid on the Schwalbe Rocket Ron 2.1" "Tubeless Ready ".

Before this I proceeded to "cockpit" positioning to my preferred way of driving.

My first impression was the bike lightness, it rolls well, the "pump" I never felt it, and during the pedestrian route, always skirting the river, LUXuriously I put the bike on my shoulder, and its weight is nothing I can’t complain!

Tires absorb a lot of tracks irregularities, depending the pressure is even more evident.

The small plate in front and the biggest, behind, were enough to take me to the paved road again. Transmission passed simple and without making any noise.

Small front chain ring (28 teeth) and largest behind (36 teeth) were sufficient to take me to the paved road again, and it was not necessary to use it. SRAM XX shifters are smooth and with SRAM characteristic sound.

What I felt was a deep feeling in touch, from the levers to the cranks, it could be from the CARBON?!





SECOND TEST

Day 23/05, Marathon X100 - X50 in Castelo Branco:

Monarch RT3 rear shock has 3 positions controlled by a blue "lever"; open, platform and anti-pumping - I define it “virtually” blocked, not being - in fact because of my weight at the 3rd position it hardly moves!

All the track, platform was the most used position, only two or three descents make me  “open the RT3 spring", all the stones also forced me to this procedure!

The Schwalbe balloon provided by the Rocket Ron, pressures aside, are "catalysts" in tracks irregularities absorption.

Regarding transmission, in certain routes, in this marathon context, a large chain ring of 44 teeth would be nice. For trained legs, the faster they will!

On ascents, without having a specific training, the small chain ring with 28 teeth, was quite enough to climb the followed "walls". Only after four hours my body, was complaining a little, I avoided the agony by using the rear chain ring, 36 teeth, it helps a lot.





THIRD TEST

Day 28/05, PT Open XCR Open 24 hours, 2nd prove, Monsanto, Lisbon (6 hours):

A very technical circuit - XCO - pushing by the "LUX "components. The Monarch in this race was practically always open, roots and stones with successive drops made me "open it" becoming less painful the track irregularity.

The Rocket Ron’s, from first time, they cushion my weight against the various irregularities the ground I'll roll. In Monsanto for several times, I thought they will tear on side walls, because hitting/rubbing against track rocks, but they stand over, seemed to "cat hands", with the mud they were true OARS!

Avid XX brakes were always reactive in all drops! The only time I felt I was almost stopped! I tried to pass a technical spot and I didn’t “take off” my shoe from the pedals giving rise to a "hug" to some brambles, they "wished my sincere friendship"!!!

Shifters worked perfectly, the Truvativ XX chain rings 2x10 (28-42), together with rear chain rings, 11-36, in my opinion, they fitting this XCO circuit, with ups and downs one after other, in outburst, constantly changing the speed, the “answers” the tracks asks us, we must be equally reactive.





FOURTH TEST

13/06 Day, 3rd event from Portugal XCM Sport Zone, Manteigas:

I had already referred and on this even I confirmed it personally, the LUX equipment goes on national top athletes bikes, and not only, I repeat!

From the ascents accumulate, the platform was once again the position from RT3 shock I most use. Pumping was zero, by the group lightness (bike, wheels and athlete) only in my final efforts "did some weight!"

The Rocket Ron again they increased my comfort during all track, with the correct grip trail they went up to 1425 meters and were essential to help catching the most technical descents where land has very loose, causing some falls! At this time the descent accumulated was over 6km.

Avid XX never broke their power. Shifters, 2x10 is very simple to use and we get used quite fast, whether for this kind of marathon, with slopes technically inclined, whether in XCO circuits where accelerations and ascents are faster to happen.

I reverse the stem since the first day, this bike, so complete in equipment has all to face any marathon or XCO circuit, with the perfect comfort, combining the carbon effect in terrain irregularities absorption as well as frame geometry I find it very stable and easy to manoeuvre.





NOTES

The only negative aspect I found was the water bottle grid, it have a position that makes us look carefully the type of grid to be placed on the lower, it’s better to place near the vertical tube, it’s easier to remove and put in the water bottle in progress.

I'm glad I found this "defect" much because I knowing that I’ll haven’t a “LUXury” in the near future, it gives a little "angry" this bike!

Canyon Lux MR 9.0 SL blue O Edition, will now be a "walker" and follow the French track to Santigo de Compostela, Spain, over 800km, it will make good for diabetes control...


THANK to CANYON Bycicles GmbH / Paulo Alves


Rides good,

Carlos A. Santos Farinha

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