PT Open XCR 24H 3ª etapa Proença a Nova


Boas pedaladas,


Foi debaixo de um calor abrasador, em determinadas alturas mais que outras, que se realizou a 3ª Etapa do PT Open XCR desta vez em Proença-a-Nova, casa da Horizontes, eu fui às 6 horas e pelas quatro já só queria fazer deslocar os ponteiros do relógio para a frente.

Um percurso que exigia força de braços e pernas durante quase todos os "traks" muitos deles "singles" com descidas técnicas, passagens entre os pinheiros - ainda me abracei a dois - por entre os muros das casas de xisto e nas traseiras de outras tantas, nas várias subidas íngremes que nos obrigavam a projetar o corpo para a frente, agarrando com exagero no volante e "apêndices", daí as minhas dores nas mãos, imprescindível a troca dos atuais punhos...



Em 2005 Proença-a-Nova foi a minha 1ª presença em provas de BTT e logo com uma prova de 24h, na altura fiquei fascinado pela envolvência (uma equipa de 8 com 3 horas para cada um, tarde, noite e manhã), a minha DIABETES não se coibiu de me lembrar que teria de pedalar com ELA, aprendendo a lidar com a situação, logo nesse ano com toda a sua implicação na envolvência em provas de BTT. Nesse ano como este o calor imperou, o sol é rei e mandou raios que só as muitas sombras dos pinheiros esbatiam um pouco do calor que se fazia sentir, alturas houve em que seguindo uns atrás dos outros, por entre os pinheiros, o pó fino que se levantava sufocava a respiração e a garganta.



As primeiras duas voltas foram para "bater" o terreno, dei umas dicas ao António que depressa desapareceu da minha vista, o meu amigo Pedro Roxo depois da segunda volta seguiu o seu ritmo para as 12 horas. Parei para comer uns hidratos com bolonhesa, melão fresco e nova carga de água, sempre a hidratar o corpo, o calor assim ditava e o pó fino e seco, água, ÁGUA, ÁGGUUUAAAA!!!


Nas 3ª e 4ª voltas parei sempre após completar cada uma para descansar, enchendo o bidão com água, sem ter dado insulina rápida durante o "almoço" (só dei de manhã, reduzindo as unidades em função do esforço que iria ter durante a tarde, mas com a atenção para o pequeno-almoço, evitando às 12h estar com hiper - 12:44 tinha 185mg/dL), fui medindo o açúcar entre paragens (15:59 tinha 135mg/dL).


À 5ª volta e durante uma subida - com o Pedro Maia - as cãibras apareceram, cheguei ao final dessa volta e medi o açúcar, com receio de hiperglicémia por ter "saltado" a insulina do almoço, 136mg/dL, nada de hiper mas as cãibras já me tinham quebrado o ritmo. Intrigado comi uma banana voltei a hidratar, falta de água não foi com certeza mas na minha derradeira 6ª volta as cãibras, desta vez, durante mais subidas que na volta antecessora, fazendo dar uma volta ainda mais lenta, altura em que o António me alcança, depois de me indicar que tinha caído, reparo só nuns arranhões, confirmo se está bem e mando-o seguir, já eu, terminei depois de parar para "esticar" por mais tempo alguns músculos.







O meu enteado JOBIM é uma "máquina obsessiva" com um intuito que o caracteriza, ultrapassar objetivos, desportivamente, atleta federado de natação pura acusou algum esforço nas pernas. À 4ª volta disse à mãe que parava de estoirado que estava, devorou umas coisas da geleira e ainda "caçou" mais 3 voltas, 7 ao todo.


Minhas médias; 57,95km à média de 12,70km/h durante 4:33:23min, 6 voltas durante 6:20:14min, 12 lugar.
António; 10 lugar.


Pedaladas boas,
casf

PS - Obrigado pelo apoio durante as minhas pausas, para esticar cãibras e pelas fotos do pessoal que me acompanhou.



English:

Good rides,
It was under a burning heat, that held the PT Open XCR 24H 3rd stage, now in Proenca-a-Nova, Horizontes organization home, I went for 6 hours and after 4 hours I’d just wanted forward the clock punters.

A circuit that required arm and legs forces, for almost the time, many in single tracks with technical descents, passages between pines trees - I had time to "hugged" on two - between walls of schist houses and the backs of many others, ascents which required us to project the body forward, grabbing the bar ends strongly...

Proença-a-Nova, in 2005, was my 1st time on a MTB 24H event, at the time I was fascinated by all environment (a 8 elements team with 3 hours for each one; afternoon, evening and morning) my DIABETES also reminding me I had to ride with "her", learning how to deal with booth situations, on that year I understanding the involvement of mountain biking events and DIABETES. Like that year the heat was "on fire", only the many shadows of pines trees faded the heat a little bit that was felt, there were times that followed one after other, among the pines, the fine powder suffocated throat and breathing.


The first two laps were to know the circuit details, I gave some tips to António that quickly vanished from my sight, and my friend Pedro Roxo after the second passage followed is rhythm for 12 hours. I stopped to eat some carbohydrates with Bolognese sauce, fresh melon, new load of water, constantly I hydrated the body, the heat forced us to that like the dry and fine powder in the air, water, WATER, WAATTTEEEERRRRR!

In the 3rd and 4th rounds I stopped after completing each one, resting, filling the water bottle, without giving rapidly insulin during the "lunch" time (I just gave at morning, reducing the units because the effort that I would have during the afternoon, but with especial attention to the breakfast, avoiding being with hyperglycemia at 12:00h - 12:44 was 185mg/dL), sugar was measured between stops (15:59 was 135mg/dL).

On 5th lap and during one rise - with Pedro Maia - the cramps came up, I reached to the end of these lap measuring my sugar, fearing the hyperglycemia due to "jumped" insulin lunch, I had 136mg/dL, cramps already broken my rhythm. ...Intrigued with and why, I ate a banana I hydrate again, lack of water was not for sure but in my last 6th lap cramps this time for more climbs that the return predecessor, making a walk even slower, when Antonio reaches me, indicated me he had fallen, I just look a few scratches, I confirm if he was OK and I say to him to continue to finish, me, I finished only after I stopping to "stretch" for longer time certain muscles.

JOBIM, my stepson, is an "obsessive machine" with a characteristic point; exceed his goals. Federate swimming athlete he accused some effort on his legs. After finishing 4th lap, exhausted, he told his mother that he will stopped, from the glacier he ate a lot, because of that, or not, he also "hunted" 3 more laps, seven in total, getting 10th place.


My averages; 57,95km in total, 12,70km/h on average, during 4:33:23min, 6 laps in 6:20:14min total, 12th place.
António 10th place with 14 years old and, practically, with no MTB train at all!


Rides good,
casf


PS - Thanks for your support during my breaks, to stretch the cramps and pictures of the people who accompanied me.

IV Maratona bttGARDUNHA 2011

Boas pedaladas,


Correu bem e ainda deu tempo para editar o meu vídeo para participar no "Acting on Diabetes. Now", promovido pela World DIABETES Day, a 14 de Novembro. Quantos mais votos mais pontos.

A preparação para esta maratona começou na noite anterior com uma hipo  ao deitar. A meio da noite acordei para mais umas bolachas.

Em jejum preparei um pequeno almoço pouco calórico, devido à noite  anterior, seguido da normal redução de unidades de insulina.

Por feitio coloco-me muitas vezes atrás da fila de partida, evitando a  confusão inicial e fazendo uma recuperação, quase sempre, nas subidas,  nesta maratona não foi excepção, mas antes das subidas da Gardunha durante  alguns kms foram percorridos por estradão em que o pó no ar fazia a sua  entrada direta pela garganta.

A primeira, de várias, passagem de uma linha de água foi antecedida  pela gravação do meu vídeo para o concurso da World Diabetes Day -  "Acting on Diabetes. Now" - numa zona em que a pedra solta fez parecer que no  final do video é a minha bike a caír, mas não, havia um aglomerado de  bikers que chegavam ao "local das filmagens".

Chegámos ao Souto da Casa a subir, aí estava localizada a 1ª Zona de  Abastecimento. Bastante caseiro devo dizê-lo, havia locais que  degustavam o que ia sendo preparado; febras grelhadas, chouriças, morcelas, vinho da  região, pão, sumos, bebida isotónica, água... Bebi um pouco de sumo acompanhando uma sandes de carne, enquanto punha  a "conversa em dia" comi uma barrita de cereais das minhas, enchi o  bidom com água e segui caminho por entre os paralelos da calçada, onde os  residentes animando e incentivando os atletas saudavam com palmas,  respondi com "BOM DIA" a, quase todos, tal não era o seu apoio para connosco.

Até Alcongosta foram fáceis e rápidas as subidas, aqui estava  instalada a 2ª ZA, onde não haviam grelhados mas sim bananas, bolos  secos, barras de cereais, água... Comi cerejas que estavam divinas e 1/2 banana, bebida  isotónica não toquei, enchi o bidom na fonte ao lado, que corria  fresca e avancei para a "parede" do percurso, esta sim, realmente "PUXA". Já na saída da  vila aproveitei, pois faltavam 20km para o total de 50km, para ingerir  o meu gel "VITARGO" - marca que me apoia no combate à hipo durante as provas de  BTT. Mesmo como gel tive de colocar os pés no chão, parecia a caminhada da única vez em que ali passei, uma rota pedestre o ano passado, decorria  a Feira dos Chocalhos.

Para nosso consolo a organização colocou-nos um "radar" nos declives  que se seguiram, bem rápido o andamento, havia sinal a informar e estou convencido, assim, como eu, que com mais força pedalaram, registando  desta maneira a nossa "velocidade". Sobretudo em estradão por entre as árvores mas havia curtas descidas bem mais técnicas.

A 3ª ZA era soberbo, vasto, nem parecia que faltavam  poucos km para o final da prova. Novamente os residentes aplaudiam  quem passava, será por isso que os da frente pedalam tão rápido ou então para serem  os primeiros a tirarem proveito do percurso; estradões, subidas,  descidas, pó, lama...

Foi o 1º ano que comparecei, faltando-me assim as referencias  comparativas mas eram vários os pontos de água e a presença da  organização - com o respectivo colete reflector - era incrível nas várias passagens de  estradas, trilhos, caminhos, só faltou mesmo na parte final, aviso  dado no brefing às 9h. Os banhos, duvido que haja alguém a fazer um reparo que seja, melhores  condições não tenho visto, igual, melhor... não!

Havia fila para o almoço quando me aproximei mas em minha opinião o  local, ao lado dos stands que apoiaram a maratona, com as "máquinas" que  nos faziam "degustavam" a entrada para o almoço, a meta ao lado com um speaker,  pouco falador sobre quem ia chegando, a musica ambiente o próprio  almoço, tudo uma DELICIA!

Uma PALAVRA a TODOS os que AJUDARAM. Um SUCESSO!

Pedaladas boas,
casf


English:


I prepare this marathon the night before, at bedtime I had a hypoglycemia. I all set a low calories breakfast because of previous nught, followed dy the normal redution of insulin units.

I often place me at the end of departure line, avoiding the start confusion, making my recovery, almost, when climbs beginning, in this Marathon was no exception, for a few kms they were in open tracks with a lot of dust in the air, made their entry directly by the throat.

The first water line passage was preceded by recording my video for the World Diabetes Day - "Acting on Diabetes. Now “ contest, in an area with very loose rocks, made it seem in the end of the video is my bike dropping, but there was a bikers group who reached the "film area".

We arrived at Souto da Casa by rising, where it was located the 1st Supply Zone. Very homey I say it, there were residents they taste what was being prepared, grilled meat, sausages, local wine, bread, juices, sports drink, water...

I drank some juice joining a meat sandwich, as I "catch up" with some friends I ate one of my cereal bar, I filled the water bottle and I follow the parallel path through the sidewalk, where residents cheering and encouraging the athletes greeted with applause, I responded with "GOOD MORNING" to almost everyone.

Until Alcongosta where it was the 2nd SZ, rises were easy and quick, weren’t grilled but bananas, biscuits, cereal bars, water... I ate great cherries and a 1/2 banana, sport drink I didn't touch, I filled my water bottle in a fountain that flowed cool and advanced for the "wall" of all track. Because at that point it was missing 20km of a total of 50km I take my "VITARGO" gel - blend that supports me fighting my hypos in mountain biking events.

The Organization had a fantastic way to comfort us, in the middle of a series of slopes they put one ”radar", to catch our "speed" and rapid progress down, I'm convinced, like me, we pedaled harder but there were short downhill techniques, very carefully the transposition.

The 3rd SZ in Val Verde village was excellent, large, it not appear to be missing a few kilometers to the finish. Again the residents encouraging the bikers, may be is because of that the front riders they go so fast, to take advantage of the route; tracks, descents, hills, dust, mud...

It was the 1st year I attended, missing in comparative references but there were several water points and the presence of the organization - with respective reflector vest - it was amazing in several passages of roads, trails, paths, just missed at the end, notice given in the briefing at 9am.

The baths, I doubt there is anyone who makes a repair of it, I haven't seen better, equal, better... no!

I line up for lunch but in my opinion the locale, next the stands that supported the Marathon, with the “machines”, next the finish line, with a speaker, talking about who was arriving, the music environment, the lunch, YUMMY!

Rides good,
casf

OBRIGADO www.novonordisk.pt

Boas pedaladas,

www.novonordisk.pt minhas canetas e insulina desde a primeira "pica".

Parceiros de luta, hoje podemos, todos os interessados no novo equipamento blue O, contar com o apoio desta marca Dinamarquesa vocacionada para os cuidados de saúde. É líder mundial nos cuidados para a Diabetes. Tem o maior portfolio nesta área, incluindo os mais avançados produtos na área de insulina e sistemas de administração.

"A Novo Nordisk é uma empresa líder em cuidados de saúde, orientada para um compromisso muito claro: ajudar as pessoas a viver as suas vidas de forma mais saudável. A nossa liderança é definida pelas nossas acções, como disso é exemplo apostar mais na pesquisa da diabetes do que qualquer outra empresa, ao mesmo tempo que interagimos com profissionais de todo o mundo para melhorar os cuidados de saúde nas diversas àreas que desenvolvemos. O nosso objectivo é claro: permitir que as pessoas vivam mais tempo, mais saudáveis e mais produtivas. É esta determinação que impulsiona o projecto NovoHealth". In site

O logótipo da Novo Nordisk

O logótipo da Novo Nordisk é o Boi Apis, um dos animais sagrados do antigo Egipto.

O boi Apis foi adorado como a encarnação de Ptah, deus criador do universo, da cidade de Memphise patrono da divindade de artesãos.

O logótipo estilizado é uma reprodução de uma estatueta egípcia que data de entre 664 a 323 aC.

É ricamente ornamentada com símbolos que representam, entre outras coisas, as dualidades da vida eterna, como por exemplo o dia e a noite, e a vida e a morte.

O boi Apis tem sido o logótipo da Novo Nordisk desde a fundação da empresa.
A escolha do logótipo segue uma antiga tradição europeia de identificar a farmácia por um símbolo animal.

Pedaladas boas,
casf


Canyon Lux MR 9.0 SL blue O Edition - Ensaios/Trials

Boas pedaladas,


As bicicletas já têm vários anos nas minhas pernas, numa vertente de lazer é certo onde a curiosidade e interesse em saber como funciona e o seu comportamento se sobrepõem à vontade de competição.
Desde novo que me conheço a percorrer as redondezas da minha cidade montado na minha bike, assim como fui avançando nas distâncias percorridas as bicicletas corresponderam com os materiais que as compunham.
Para este ano a Canyon Bycicles GmbH decidiu apostar no Projeto blue O com o empréstimo de um exemplar do seu vasto leque de modelos.
Decisão tomada e escolhidas as provas em que iria “MOSTRAR” a “MÁQUINA”, personalizada na Alemanha, surge a LUX MR 9.0 SL blue O Edition, com “estreia mundial” no Granfondo 2011 em Koblenz na casa da CANYON no passado mês de Abril.


GEOMETRIA do quadro


A escolha foi pensada na minha RC 8.0 de 2008, uma “4-bar-linkage”, esta suspensão total é vocacionada para maratonas, mas ao contrário da RC em Alu., a blue O Edition vem com “esqueleto” em carbono.
A sua geometria específica de XC (tubo do selim de 73 graus e coluna de direção com 70 graus) agrada-me ao meu estilo de condução e para as provas mais longas a suspensão total é o ideal. “O design do trapézio amplo do quadro associado ao curto balanceio garantem uma excelente transmissão de potência, mesmo pedalando de pé”.
Ao agarrar no tubo superior “oversize” fiquei logo com a sensação de um conjunto leve (pelo site, 9.60kg sem pedais)!
Na Canyon tem uma filosofia que é determinada por “lighter, better, stronger” - mais leve, melhor e mais forte - “o segredo do quadro de carbono F10 está na disposição das suas fibras” recorrendo aos nano-tubos a estrutura F10 são 100 vezes mais resistentes que o aço de alta resistência e 20 vezes mais resistentes que as fibras de carbono convencionais, se bem que todas as marcas já vão registando patentes próprias na elaboração e construção dos seus quadros.

 
























EQUIPAMENTO
O circuito mundial já o ensaiou sendo na realidade já adotado por muitos riders de topo, e não só!
Todo SRAM XX, rodas Mavic Crossmax SLR, amortecedor RockShox Monarch RT3 e a RockShox SID XX World Cup, só posso dizer uma frase; “o que é preciso é pernas para ela!”. Com elas bem treinadas estamos em perfeita conjugação com esta máquina.


 
PRIMEIRO TESTE
Dia 25/04, feriado em Portugal, 40km de percurso (30km de estrada e 10km de Rota Pedestre), Nisa:
Retirei as câmaras-de-ar dos pneus e coloquei líquido anti-furo nos Schwalbe Rocket Ron 2,1" "Tubeless Ready".
Antes já tinha procedido ao posicionamento dos componentes do "cockpit" à minha maneira de condução preferida.
A primeira impressão que se retira é da evidente leveza da bike, rola bem, o "bombear" não o senti nunca e durante a parte do percurso da Rota Pedestre, como foi sempre ladeando o rio, LUXuosamente coloquei a bike ao ombro, e do seu peso não me queixo nada!
Os pneus absorvem bastantes irregularidades do percurso, dependendo da pressão inserida é ainda mais evidente.
O prato pequeno à frente (28 dentes) com o maior atrás (36 dentes), foram suficientes para me levarem outra vez à estrada de alcatrão, lá em cima, não tendo sido necessário recorrer aos 36 dentes.
As mudanças Sram XX Trigger com o clic característico da marca SRAM passam na perfeição.
O que senti profundamente foi uma sensação no toque, desde as manetes até ao pedaleiro, será do CARBONO?!?!

 


SEGUNDO TESTE
Dia 23/05, Maratona X100 - X50, Castelo Branco:
O amortecedor traseiro Monarch RT3 tem 3 posições controladas pela "patilha" azul; aberto, plataforma e anti-bombeio - defino-o de praticamente bloqueado, não o sendo - na realidade pelo meu peso, na 3ª posição quase não se mexe!
Durante todo o percurso a plataforma foi a posição mais utilizada, somente em duas ou três descidas e só depois de constatar que não acabavam "logo ali" é que "abri a mola" do RT3, as pedras também me obrigaram a esse procedimento!
O balão proporcionado pelos Schwalbe Rocket Ron, pressões à parte, são "catalisadores" na absorção das irregularidades.
No que respeita à transmissão em determinados estradões, neste contexto de maratona, um prato grande de 44 dentes daria jeito. Para pernas treinadas, mais rápidas chegariam ao destino!
Nas ascensões, sem eu ter um treino específico, o prato pequeno de 28 dentes, foi bastante suficiente para subir as "paredes" que se sucediam. Só depois de 4 horas é que o corpo, queixando-se um pouco, evitando entrar numa agonia, o prato traseiro de 36 dentes facilitava bastante.




TERCEIRO TESTE
Dia 28/05, PT Open XCR 24HORAS, 2ª Etapa Monsanto, Lisboa (6 Horas):
Um circuito XCO bastante técnico a puxar pelos componentes de "LUX".
O Monarch nesta prova esteve, praticamente, sempre aberto, as raízes e as pedras com os drops sucessivos, pelo meio, fizeram-me "abri-lo" tornando-se assim menos penoso a irregularidade deste piso.
Os Rocket Ron desde a primeira saída que acho que amortecem o meu peso contra as diversas irregularidades do chão em que vou rolando. Em Monsanto, por várias vezes, pensei que os rasgava nas laterais tal não era o bater/roçar contra as pedras do percurso, mas estes permaneceram firmes e com o rasto próprio para avançar e travar pareciam umas "mãos" de gato, a determinada altura e com a lama já presente, foram uns verdadeiros REMOS!!!
Os Avid XX foram sempre reativos em todos os drops! A única vez que caí estava praticamente parado! Tentava transpor uma zona técnica, não tive rapidez em "descolar" o sapato originando um "abraço" a umas silvas, estas "quiseram a minha amizade"!!!
A transmissão funcionou na perfeição, a pedaleira Truvativ Sram XX 2x10 (28-42), compensada com um carreto de 11-36, bastante indicados para este percurso que, por ser "esguio" nos trilhos, com subidas e descidas de rompante, em que a alteração na velocidade era constante, as "perguntas" que nos pede o terreno, este conjunto dá-nos "respostas" rápidas.




QUARTO TESTE
Dia 13/06, 3ª Prova da Taça de Portugal XCM Sport Zone, Manteigas:
Já o tinha referido e nesta prova comprovei pessoalmente, o equipamento da LUX anda na bike dos atletas de topo, nacional e não só, repito!
Pelo acumulando das subidas a plataforma foi mais uma vez a posição do amortecedor que mais utilizei. Bombeio zero e pela leveza de todo o conjunto (bike, rodas, atleta) só o esforço na parte final "fazia algum peso"!
Os Rocket Ron voltaram a ser uma peça fundamental para o conforto acrescido durante o rolar, com uns tacos corretos para subir até aos 1425 metros de altitude além de serem fundamentais para ajudar a travar nas descidas mais técnicas em que a terra já bastante solta, era propensa às quedas, que as houve! Nesta altura em que o acumulado de descida superava os 6km...
Os Avid XX nunca quebraram na sua potência. A transmissão, 2x10 é deveras muito mais simples de manejar e habituar, bastante suficiente quer seja neste tipo de maratona com subidas tecnicamente bem inclinadas, quer em XCO onde as acelerações e ascensões são mais rápidas de acontecer.
Com a frente mais inclinada, inverti o avanço desde o primeiro dia, esta bicicleta, de tão completa em equipamento tem tudo para enfrentar qualquer maratona ou circuito XCO, em perfeito conforto, associando o efeito do carbono na absorção das irregularidades do terreno, bem como a geometria do seu quadro, encontro-a muito estável e fácil de manobrar.



NOTAS
O único aspeto negativo que encontrei foi no posicionamento dos parafusos para a grade do bidom de água, têm uma posição que nos faz procurar bem o tipo de grade a colocar, quanto mais baixa, próxima do tubo vertical, melhor para colocar e retira o bidom em andamento.
Ainda bem que lhe encontrei este "defeito" sabendo que não poderei ter um LUXo nos próximos tempos, dá um pouco de "raiva" esta bike!
A Canyon LUX MR 9.0 SL blue O Edition, vai agora ser "caminheira" e percorrer o caminho francês até Santiago de Compostela, mais de 800km, vai fazer-lhe bem à diabetes...
OBIGADO CANYON Bycicles GmbH / Paulo Alves

Pedaladas boas,
Carlos A. Santos Farinha


English version;


In my legs I've several years by bike on it, from a leisure aspect, where curiosity and interest in how it works and its behaviour will overlap the competition.

Since young I’ve been cycling the outskirts of my city, and as I’ve been advancing on bike distances, happened the same with the materials that compose them.

This year Canyon Bycicles GmbH decided to loan blue O Project with one of the wide range models.

Selected the model and the events where it will be " SHOWN" this “MACHINE”, custom it in Germany, there's LUX MR 9.0 SL blue O Edition, "internationally first shown" at the 2011 Granfondo in Koblenz at the CANYON's house last April.





Frame GEOMETRY

To make my choice I thought on my RC 8.0 from 2008, a “4-bar-linkage”, this total suspension is for marathon style distances, but unlike the RC in Aluminium the blue O Edition comes with is "bones" made of carbon.

Its XC geometry (seat tube 73° and steering column with 70°) pleases me right on my driving style and for long races, full suspension is the best. “The wide trapezium frame design and short pivot arms guarantee an optimal transmission of power, even when riding out of the saddle”. By clinging the oversized top tube we fell the lightweight (9.60kg without pedals).

Canyon philosophy is determinate as "lighter, better, stronger" - "the F10 carbon frame secret is their fibres disposition" using the nano-tubes the F10 structure is 100 times more resistant than high-strength steel and 20 times more resistant than conventional carbon fibres, although all brands have their own recording patents, developing and building their frames.





EQUIPMENT

The world tour has been tested it, in fact already adopted by many top riders, and, not only the top!

All SRAM XX, Mavic Crossmax SLR, RockShox Monarch RT3 and RockShox SID XX World Cup, the only sentence I can say is; "what is needed for her is, just legs!”. With them well trained we are ready for this machine.





FIRST TEST

25/04, Day off in Portugal, 40km (30km by road and 10 km by Pedestrian Route), Nisa:

I removed the inner tubes and put in anti-hole liquid on the Schwalbe Rocket Ron 2.1" "Tubeless Ready ".

Before this I proceeded to "cockpit" positioning to my preferred way of driving.

My first impression was the bike lightness, it rolls well, the "pump" I never felt it, and during the pedestrian route, always skirting the river, LUXuriously I put the bike on my shoulder, and its weight is nothing I can’t complain!

Tires absorb a lot of tracks irregularities, depending the pressure is even more evident.

The small plate in front and the biggest, behind, were enough to take me to the paved road again. Transmission passed simple and without making any noise.

Small front chain ring (28 teeth) and largest behind (36 teeth) were sufficient to take me to the paved road again, and it was not necessary to use it. SRAM XX shifters are smooth and with SRAM characteristic sound.

What I felt was a deep feeling in touch, from the levers to the cranks, it could be from the CARBON?!





SECOND TEST

Day 23/05, Marathon X100 - X50 in Castelo Branco:

Monarch RT3 rear shock has 3 positions controlled by a blue "lever"; open, platform and anti-pumping - I define it “virtually” blocked, not being - in fact because of my weight at the 3rd position it hardly moves!

All the track, platform was the most used position, only two or three descents make me  “open the RT3 spring", all the stones also forced me to this procedure!

The Schwalbe balloon provided by the Rocket Ron, pressures aside, are "catalysts" in tracks irregularities absorption.

Regarding transmission, in certain routes, in this marathon context, a large chain ring of 44 teeth would be nice. For trained legs, the faster they will!

On ascents, without having a specific training, the small chain ring with 28 teeth, was quite enough to climb the followed "walls". Only after four hours my body, was complaining a little, I avoided the agony by using the rear chain ring, 36 teeth, it helps a lot.





THIRD TEST

Day 28/05, PT Open XCR Open 24 hours, 2nd prove, Monsanto, Lisbon (6 hours):

A very technical circuit - XCO - pushing by the "LUX "components. The Monarch in this race was practically always open, roots and stones with successive drops made me "open it" becoming less painful the track irregularity.

The Rocket Ron’s, from first time, they cushion my weight against the various irregularities the ground I'll roll. In Monsanto for several times, I thought they will tear on side walls, because hitting/rubbing against track rocks, but they stand over, seemed to "cat hands", with the mud they were true OARS!

Avid XX brakes were always reactive in all drops! The only time I felt I was almost stopped! I tried to pass a technical spot and I didn’t “take off” my shoe from the pedals giving rise to a "hug" to some brambles, they "wished my sincere friendship"!!!

Shifters worked perfectly, the Truvativ XX chain rings 2x10 (28-42), together with rear chain rings, 11-36, in my opinion, they fitting this XCO circuit, with ups and downs one after other, in outburst, constantly changing the speed, the “answers” the tracks asks us, we must be equally reactive.





FOURTH TEST

13/06 Day, 3rd event from Portugal XCM Sport Zone, Manteigas:

I had already referred and on this even I confirmed it personally, the LUX equipment goes on national top athletes bikes, and not only, I repeat!

From the ascents accumulate, the platform was once again the position from RT3 shock I most use. Pumping was zero, by the group lightness (bike, wheels and athlete) only in my final efforts "did some weight!"

The Rocket Ron again they increased my comfort during all track, with the correct grip trail they went up to 1425 meters and were essential to help catching the most technical descents where land has very loose, causing some falls! At this time the descent accumulated was over 6km.

Avid XX never broke their power. Shifters, 2x10 is very simple to use and we get used quite fast, whether for this kind of marathon, with slopes technically inclined, whether in XCO circuits where accelerations and ascents are faster to happen.

I reverse the stem since the first day, this bike, so complete in equipment has all to face any marathon or XCO circuit, with the perfect comfort, combining the carbon effect in terrain irregularities absorption as well as frame geometry I find it very stable and easy to manoeuvre.





NOTES

The only negative aspect I found was the water bottle grid, it have a position that makes us look carefully the type of grid to be placed on the lower, it’s better to place near the vertical tube, it’s easier to remove and put in the water bottle in progress.

I'm glad I found this "defect" much because I knowing that I’ll haven’t a “LUXury” in the near future, it gives a little "angry" this bike!

Canyon Lux MR 9.0 SL blue O Edition, will now be a "walker" and follow the French track to Santigo de Compostela, Spain, over 800km, it will make good for diabetes control...


THANK to CANYON Bycicles GmbH / Paulo Alves


Rides good,

Carlos A. Santos Farinha