GARDUNHA - I Trail Running
Boas corridas,
No fim-de-semana de 14/6 estive presente no “I
Trail Serra da Gardunha”, organizado pelos Caminheiros do Fundão - Gardunha
Viva.
Combinei com o Luís Quinta-Nova a nossa ida e às
7:15h já estávamos na estrada.
A minha glicemia, impecável, 172mg/dL
praticamente não “mexi” nas doses de insulina, o trail ia ser pequeno.
Os levantamentos foram rápido mas a saída não,
havia muitos atletas da estrada que claramente não se “enquadravam” neste tipo
de evento, se fizessem controlo de material obrigatório, acho que mais de
metade, não teriam saído.
Ao meu ritmo fui correndo mas o Luís ia com
sequelas dos treinos do ginásio e os 3k iniciais "pediam" um peso
leve para se poder correr.
Optei por esperar pelo Luís e seguimos juntos, o
1º abastecimento apareceu de imediato e recomendamos partir os quadrados de
marmelada, com aquele tamanho pareciam “doping”!!!
A chuva apareceu quando íamos com meia dúzia de
km, já eu, não parei de comer cerejas desde o início ao fim… As que nos deram
com o levantamento do dorsal, das cerejeiras, as que estavam na separação dos
percursos…
Daí até ao último abastecimento foi ainda mais
rápido…
No abastecimento a Srª queixava-se de ninguém
parar e com a chuva ainda pior...
- Áh mas nós temos tempo… Havia marmelada, água,
sumos, batatas fritas, e isto?
- São pastéis de cereja!
- São bons, perguntamos ao mesmo tempo?
- Ainda estão mornos…
- Mornos… Vamos cá ver isso?
Uma delícia de pastel, para o ano volto de
certeza…
Confesso que "me soube a muito pouco",
passada hora e meia estávamos na meta, molhados e satisfeitos. Como o autocarro
que levava os atletas estava combinado para as 12:30h e eram 11h decidimos
voltar a pé, volta esta que conhecia da caminhadas dos Chocalhos e que nos
voltou a “pedir” para comer mais cerejas.
Um trail a melhorar em alguns aspectos,
nomeadamente no que diz respeito às “regras” neste tipo de evento, é que a
Serra da Gardunha tem um elevado potencial para marcar o evento a nível
nacional, a organização essa, sabe bem receber.
Corridas boas,
Casf
My english version:
Good races,
At 14/6 weekend I went to
"I Mountain Gardunha Trail" organized by Fundão Walkers - Gardunha
Viva.
I agree with Luís Quinta
Nova to to together at 7:15am we were on the road.
My blood glucose, 172mg/dL
hardly "shift" in my insulin doses, would be a small trail.
Collecting dorsal were fast
but the start doesn't, there were many athletes from the road that were clearly
not "framed" in this type of event, if organization required material
control, I think more than a half would leave.
I ran at my pace but Luis
was with some leg pain from gym trainings and initial 3k "asked for"
a light weight to be able to run.
I chose waiting for Luis
and follow together, the 1st supply appeared immediately and recommend slip the
marmalade squares, with that size seemed "doping"!!!
It started to rain after
half a dozen kilometres, I don't stopped eating cherries from start to
finish... Those who have given us with dorsal lifting, from cherry trees, those
were the separation of tracks...
From there to the last
supply was even quicker...
In supply Mrs. complained
about no one stop and because of the rain was even worse...
- Oh, but we have time...
There was marmalade, water, juices, chips, and this?
- Are cherry tarts!
- Are they good, we ask at
the same time?
- They're still warm...
- Warm ... Lets see it?
A delight pastel, for sure
I'll be back next year...
I confess "I taste
very little", after one hour and a half were in finish line, wet and
happy. As the bus carrying the athletes were combined to 12:30pm and were 11am
we decided to walk back, I knew the track... from "Chocalhos" walk,
again in the middle of cherries trees "ask" to eat more cherries.
A trail that need some improvements,
particularly regarding the "rules" in this type of event, Gardunha Mountain
has a high potential to mark the event at a national level, the organization
knows how to be hospitalist.
Race good,
casf
Triatlo do Fundão
Bom desporto,
As glicemias em jejum estão com um treino irrepreensível, 10/06/2015 - 142mg/dL - Triatlo do Fundão, versão
Sprint.
Tive de "dar corda" ao carro para não chegar tarde ao Parque de
Transição n. 1. Coloquei os ténis e "fugi" para o autocarro em
direcção à Barragem da Capinha.
Na Capinha com água a 23,5°C encontrei alguns amigos, estreantes,
repetentes e os profissionais... A glicémia, 10min. antes de saltar para a água
marcava 241mg/dL. Não fiz nada além
de uma unidade de rápida ao pequeno-almoço, seguida de ligeira redução da
basal, o nervosismo "marcava o seu lugar".
Sem fato isotérmico nadamos mais lento, eu "pensei" que não. Saí
da água quase que tirava a toca, a bike era das primeiras, aprumei tudo e fui,
passei a descida, ultrapassando o trauma do meu 1º ano.
A relação das mudanças é mais "indicada" para as subidas mas
consegui igualar o tempo do ano passado, com uma bike superior... À passagem
das povoações o aceno aos atletas era notório, lembro-me inclusive de
cumprimentar um agricultor nas suas lides e ele responder ainda com mais entusiasmo.
Em 21k bebi um bidão de Vitargo Electrolyte
muito diluído e ingeri um GEL.
A 1ª volta de corrida serviu para encontrar o ritmo certo, de barriga cheia,
enquanto na 2ª já psicologicamente mentalizado para o final acelerei um pouco,
dentro do possível!
Um ano depois, com muito menos treinos, exceptuando a corrida, piorei 2:09min.
no tempo efectuado no conjunto das 3 transições. A glicémia registada no final foi
182mg/dL. Ao almoço e mesmo “só” com hora e
meia de esforço, há que ter em atenção a normal tendência de hipo, pelo menos
no meu caso. Devia ter vestido o “fato”!
Braçadas, pedaladas e corridas mesmo muito boas,
casf
Triatlo Fundão
2015:
# 111 5043
Carlos Farinha - V1 Individual 125 00:19:34 125 00:49:30 111
00:24:26 01:33:31h
00:31:25
Triatlo Fundão
2014:
#
143 5308 Carlos Farinha - V1 Individual 147 00:17:25
141 00:49:28
130
00:24:27 01:31:22h 00:31:52My english version:
Good sport,
The fasting blood glucose levels are in a faultless
training, 06/10/2015 - 142mg/dL – Fundão Triathlon, Sprint version.
I had to "wind up" my car to not be late for
Transition Park n. 1. I put my snickers and "flee" to the bus towards
Capinha Dam.
In Capinha with water at 23.5°C I found some friends,
first-timers, repeaters and professionals... The blood glucose, 10min. before
jumping into the water marked 241mg/dL. I didn’t take anything beside the fast insulin
unit at breakfast, followed by slight reduction in basal, anxiety "marked
the place."
Without isothermal suit we swam slower, I
"thought" no. Out of the water my bike was in the first positions, I
took all, passing the descent and surpassing the trauma of my 1st year.
My bike gears are more "suitable" for climbs
but could match the time form last year, with a better bike... Pass by the
villages the nod to athletes was notorious, I remember greeting a farmer in his
labours and he respond me even more enthusiastically. In 21k I drank one water bottle
from Vitargo Electrolyte very dilute and ingest one GEL.
The 1st round of race served to find the
right rhythm, while in the 2nd already psychologically mentalized to
the end I accelerated a bit, as far as possible!
A year later, with much less training, except the runs,
got worse 2:09min. on the three transitions. The blood glucose recorded at the
end was 182mg/dL. At lunch time and even "only" with an hour and a
half effort, it is necessary to take into account the normal hypo trend, at
least in my case. I must dress my “suit"!
Swim, cycling and even very good races,
casf
Estrela Grand Trail - Manteigas
Boas corridas,
Há já algum tempo que falávamos de uma participação, para travarmos
conhecimento, eu e o Sérgio Moreira - o "nosso Trailatleta".
Conjugámos esse encontro para este fim-de-semana no "Estrela Grand Trail
2015", dia 23/5.
Ao pequeno-almoço medi 142mg/dL, imediatamente reduzi a basal mas não dei
logo a rápida... Na azáfama da saída já só em Manteigas e depois de levantarmos
o dorsal voltei a medir... Eh lá!!! 3 unidades de rápida e pronto para a saída!
"Nunca o Projecto blue O teve tantos atletas representados",
explico; a Natércia Silvestre - nossa embaixadora - foi aos 85K, o Sérgio
Moreira e eu - os diagnosticados - fomos aos 25K, à caminhada - não inscritos,
sem direito a ofertas - a Catarina e o Carlos, ambos do staff da "blue
O", respectivamente, da logística e “tudo o resto” e do “departamento de
incentivo”... Deste ultimo surgem frases como esta: "Óh pai porque é que
não participas no Giro de Itália"!! Fico sempre convencido que o
megalómano não sou eu...!
À entrada para o controlo zero disseram-me: "olha, a equipa da
Natércia", eu respondo: "a Natércia levou uma blusa destas?",
"Claro!", "Áh, muito bem!!" Respondi eu! O speaker ia
anunciando o countdown, o Sérgio tirava as fotos da praxe com a malta do trail,
eu mal acenava ao meu staff mas acumulada alguma tensão... o trail deixa-me
apreensivo, basta ler todos os meus relatórios anteriores neste tipo de evento.
O gráfico da altimetria não mentiu, sempre a subir até ao km 15,
"aliviava" de quando em vez, mas serviu claramente para mostrar a
"raça" dos andamentos. No 1º abastecimento líquido - 2.5K - reponho
os níveis que me escorriam pela testa e constato a entreajuda nesta modalidade:
"olha, tiras-me a banana aqui desde bolso por favor, obrigado?" A
escuteira que distribuía bebidas a gosto dos sequiosos prestou inúmeras
"boas acções"...
Na longa subida comi a banana, liguei ao meu staff para perguntar se
tiveram lugar no autocarro para a caminhada, tirei umas fotos, ligaram-me de
volta, o pequeno ia a correr pela descida fora... Chegamos à barragem no Vale
do Rossim, levava 242mg/dL. Reidratei, comi uma porção de marmelada, umas
laranjas, banana, 1/4 de tomate com uma pitada de sal - acho que foi a 1ª vez em toda a minha vida desportiva - apanhei um gel e tornei a pedir a
amabilidade de uma senhora para o colocar na mochila.
Continuamos a subir até aos 1692m, mais uma fotos, umas rajadas de vento de fazer gelar o suor, já se avistavam os globos da torre da Serra da Estrela, ultrapassei a barreira dos 15K e os normais sintomas de me fazem parar/abrandar não apareciam, vai de correr rumo ao Vale Glaciar.
PERIGO, descida técnica, o assombro que foi passar no meio daquelas duas
pedras e da história que me contaram daquelas casas no meio da serra.
A descida foi a mais longa e técnica que realizei até hoje, que dor de
pernas… Por várias vezes os tornozelos se contorceram, os calcanhares se
manifestaram, as pernas foram ficando mercerizadas! À medida que Manteigas se
aproximava as dores de esforço iam-se acumulando, mas a satisfação de passear a
minha diabetes neste trail foi largamente superada. Sem hipo registada, no
final 123mg/dL, com um gel serra a baixo, e uma cola e umas bolachas na meta.
Finalmente conheci o Sérgio Moreira - que muito prezo por tudo o que dá à causa da diabetes
- com o dia passado em família que goza do contacto com a natureza, num misto
de superação e concretização de valores. Com estas sensações, e as vividas no trail
running, a diabetes já me pediu para lá ir outra vez!
Corridas boas,
casf
My english version:
My english version:
Good races,
For some time we
were talking about a meeting to know us, I and Sergio Moreira - "our
Trailathlete". We combined this meeting for this weekend on "Estrela
Grand Trail 2015," day 23/5.
At breakfast I
had 142mg/dL, immediately I reduced the basal but don't had fast... In the rush
to Manteigas only there and after pick up our dorsal I read it again... only
crap!!! 3 fast units and ready to go!
"Never blue
O Project had so many represented athletes" I explain; Natércia Silvestre
- our ambassador - went to 85K, Sérgio Moreira and I - those diagnosed - went
to 25K, Catarina and Carlos went to the trail, both from "blue O"
staff, respectively, logistics and "everything else" and
"encouragement department"... From last one appear phrases like this:
"Hey dad why you don't go to Giro d'Italy"!! I am always convinced
that I'm not the megalomaniac...!
At the entrance
to zero control they told me: "hey, Natércia's team," I reply,
"Natércia took a shirt like this?" "Sure!", "There is
very good!!" I replied! The speaker was announcing the countdown, Sérgio
took the usual photos with trail friends, I barely waved to my staff but
accumulated some tension... the trail leaves me anxious, just read all my
previous reports about it.
Altimetry graph
didn't lie, always going up till 15K, "relieved" from time to time,
but clearly served to show the "race" of paces. In 1st liquid
supply - 2.5K - I refill my rehydrate levels that across my forehead and I note
mutual aid in this genre: "can you pick me up a banana from this pocket
behind, please, thank you?" The Girl Scout, who distributed drinks to
taste the thirsty, did a lot of work...
In the long climb
I ate the banana, I called to my staff asking if took place on the bus to go
the trail, I took some pictures, they called me back, my youngest was going out
running... We arrive at Rossim Valey dam, I had 242mg/dL. Rehydrate, ate a
marmalade portion, some oranges, banana, 1/4 tomato with a pinch of salt - I
think it was the 1st time in my sporting life - I caught an energy gel and ask
again for the kind of a lady to put on the backpack.
We continue to
climb up to 1692m, more photos, some gusts do chill the sweat, we start to seen
Serra da Estrela tower globs, I surpassed 15K barrier and normal symptoms who
make me stop/slow down did not appear, going to run towards the Glacier Valley
(very important geologic spot on Europe).
DANGER, technical
descent, wondering the felling passing in the middle of those two stones, the
story they told me about that houses in the middle of the mountain
The decline was
the longest and technique realized till today, some legs pain... Repeatedly I
twisted my ankles, heels demonstrated some hurt, and my legs were getting
mercerized! As Manteigas approached pains of effort were accumulating, but my
satisfaction of getting around my diabetes on this trail has been largely
overcome. I didn’t get any hypo, at the end I measure 123mg/dL, with a gel the
hills below and a coke and some biscuits on finish line.
I met Sérgio
Moreira - that I value for all that gives to the diabetes cause - with a family
day that much appreciates the contact with nature, being a mixture of
overcoming and achieving values. With these sensations, experienced in trail
running, diabetes has asked me to go there again!
Run gOOd,
casf
IX Maratona BTT Alcains-Gardunha
Boas pedaladas,
Controlei a glicémia às 7:30h - 147 mg/dL seguido de um pequeno-almoço rico em HC, uma mistura de lentos e rápidos. Não dei insulina rápida e reduzi quase metade da basal. Preparei o Vitargo Electrolyte e guardei algum para levar, a temperatura ía subir consideravelmente e a hidratação teria de ser abusada.
Os Papa-léguas, este ano, conjugaram duas provas; BTT e Trail running, nas bicicletas notava-se um decréscimo evidente de participantes, face a alguns anos atrás.
O meu arranque foi "lento", gerindo o esforço, a altimetria subia até ao km 33, dava tempo para umas fotos, ladeamos a Barragem da Marateca passando por um trilho fantástico em direcção ao Louriçal. Inicialmente com o Carlos Cli, mais tarde na companhia do Pinto Infante, com este último tivemos de improvisar para obter alguma água, numa mangueira de um jardim público, num quintal enquanto se rega, vale tudo!
A subida propriamente dita começava ao saír do Louriçal quando o Infante me manda seguir...
Para as antenas tínhamos 13K, praticamente sempre em ascensão, as rampas iniciais eram de uma anormalidade vs progressão, varias vezes teve se ser "à mão". Nestas rampas apanhei, melhor, esperaram por mim, o David o Jorge e o Tiago, em grupo estas superações tornam-se mais facilitadas.
A determinada altura as fitas do percurso "mandavam-nos" descer. Descemos mas acabamos por ter de voltar a subir, desta vez por instinto, pois sabíamos que a ZA1 era lá no cimo. Fomos esperando uns pelos outros, voltamos a reencontrar as fitas, na 2ª casa do guarda enchemos os bidons com água fresca, relaxamos os músculos e ingerimos os hidratos necessários para atingir os 1200m da Serra da Gardunha.
Nas antenas - ZA1 - comemos e bebemos um pouco de tudo, medi 92 mg/dL, confirmamos a sabotagem das fitas, vimos chegar mais atletas, entre eles o meu amigo Pedro Lopes, blue O Rider de Lisboa, com forte ligação à Raia, nesta prova representava a ACIN, ele que não é diabético, estava a subir às antenas pela 2ª vez, segredaram os da organização.
A diluição do Vitargo, a banana, as bolachas, o pequeno-almoço foram "suficientes" para com o enorme esforço despendido, passados 33K nem sombra de hipo.
Aquelas descidas foram a 2ª vez que as fiz, reconhecendo, que este ano estavam particularmente perigosas com as normais valetas e rochas soltas no declive muito acentuado. Eu tive duas saídas de pista, o David caiu - sem gravidade - o Jorge desviava-se dos
percalços de cada um mas todos imitamos o Tiago, á mão, o grupo não despegava... A ausência de bombeiros neste local, a par da falta de pontos de água, em determinadas partes do percurso foram das situações mais descuidadas.
Daqui em diante foi sempre a rolar, mas pelo quilómetro 50 comecei a notar a fraqueza dos músculos de forma geral, já não tinha posição para as mãos, as costas pareciam doer, mas não tive cãibras. A glicémia ia melhor que eu!
Passamos por São Vicente da Beira e parando no abastecimento solido depois da Barragem
do Pisco onde medi 142 mg/dL, a Cruz Vermelha "tratou" a perna do David, enquanto o Jorge, identificando um problema técnico, ficou sem as pastilhas do travão de trás, o Tiago por sua vez tinha seguido pelas fitas da pequena maratona, bem que o chamamos, apitamos, gritamos, telefonamos, "no way"!
Cruzamos a N352 em direcção à vila de Caféde e por fim, já mesmo no fim das minhas forças chagamos a Alcains.
Em determinada altura segredei ao David que sem esta camaradagem - habituado a pedalar só - costumo acabar as provas mas num “desrespeito” para com o relógio da meta...
ObrigadO pela companhia,
Casf
My english version:
Good cycling,
I managed my
blood glucose at 7:30am - 147 mg/dL followed by a rich carbohydrate breakfast,
a mixture of slow and fast. I didn’t had fast and reduce nearly half the basal
insulin. I prepared the Vitargo Electrolyte and kept some with me, temperature
was going up considerably and we should abuse on hydration.
The Papa-Léguas
- “Roadrunners” - Organization this year had combined two events; MTB and Trail
running, on bike was an evident athletes decreasing, compared to a few years
ago.
My start was
"slow", managing effort, rising up to 33km, a photo here another
there, we pass next to Marateca dam on a fantastic track towards Louriçal.
Initially with Carlos Cli later with Pinto Infante company, latter we had to
improvise to get some water; a hose from a public garden, one a yard while
watering, anything goes!
The climb
itself started badly when we left Louriçal village, Infante said me to go…
To reach -
radio - antennas we had 13K, almost always rising, the initial ramps were
abnormal vs progression, several times had to be "by hand." On these ramps I catch, better, David, Jorge and
Tiago, they waited for me, on group these overruns are eased.
At some point
the path tapes "sent us" down. We went down but went up again, this
time by instinct, because we knew that supply 1 was at the top. We were waiting
for each other, we went back to right track, recovering the tapes, on the 2nd
guard house we filled the water bottles with fresh water, relax the muscles and
ingest hydrates needed to reach the 1200m form Gardunha Sierra.
On the antennas
- Supply 1 – we eat and drink a little of everything, I measured 92 mg/dL,
confirmed the tapes sabotage, arriving a few more athletes, including my friend
Pedro Lopes, blue O Rider from Lisbon, with strong connection to our region, on
this race represented ACIN, a non diabetic, was rising the antennas for the 2nd
time, whispered us the organization.
Vitargo
dilution, bananas, cookies, breakfast were "sufficient" for with the
huge effort expended, after 33K no hypo symptoms.
Those declines
were the 2nd time I did it, but this year was particularly dangerous
with trenches and loose rocks on very steep slopes. I had two runways, David
fell of - weightless – Jorge slip away over us but we all imitateTiago, by hand,
and the group does not split. The absence of fireman’s in this place, together
with the lack of water points in some parts of the route were the most careless
situations.
Henceforth it
was always rolling, but at 50K I started noticing a general muscle weakness,
had no position for my hands, a certainty back pain, but no cramps… My blood
sugar was better than me!
We passed
through São Vicente da Beira and stopped in 2nd solid supply after
Pisco dam where I measure 142 mg/dL, the Red Cross "treated" David's
leg while Jorge, identifying a technical problem, ran out his back brake pads,
Tiago was followed by the small marathon track tapes, we call him, yell,
phoned, "no way!"
We cross N352
road towards Caféde village and finally, already at the very end of my strength
we arrived in Alcains village.
At some point I
whispered to David that without this comradeship - used to ride lonely - I
usually end up the evidence but a runaway toward the clock on the target …
Thank you three
for the company,
CASF
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