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Maratona Extreme - Penhas da Saúde - Serra da Estrela
Boas pedaladas,
Maratonas dignas dos nomes: Tour, Race e
Extreme a começar nas Penhas da Saúde (altitude 1500m), era por si só sinal de
dureza, a única maratona nacional em alta montanha...
Fiz a "ambientação" no dia anterior,
acampando no Pião - menos 400m de altitude - a diferença de temperatura para
Castelo Branco era sensivelmente menos 8/10°C.
A glicémia estava perfeita no dia da prova,
120mg/dL (7:30h). Segui a normal redução de insulinas e um pequeno-almoço
composto por leite com uma colher de chocolate em pó, bica de azeite, 1
suissinho e 4 bolachas.
Não havia muitos riders, 94 no total, na
qual a Tour (4) saía com uma diferença de 15min. depois da Race (33) e da
Extreme (56), saímos as 8:40h, 10min. de atraso em relação a hora prevista. Em
pleno Parque Natural da Serra da Estrela estamos no verdadeiro "rock
garden", os primeiros 25km foram praticamente em descida, registando-se
algumas quedas, provocados pelas pedras soltas e das valetas provocadas pelas
chuvas. Que vista fabulosa sobre o Vale Glaciar do Zêzere.
Culminavam na praia fluvial de Verdelhos,
local do 1º abastecimento. Bebi sumo 100% laranja (de pacote), comi uma banana
e meia, a 2ª bolacha estilo Oreo - durante esses 25km comi a 1ª - e bebi muita
água. Não medi a glicémia mas os tracks até lá, alguns, exigiam bastante
concentração.
Daqui iniciamos as verdadeiras pendentes, o
acumulado ia perto dos 400m, quando alguns dos "extremes" passaram
por mim e o Carlos Figueiredo, amigo destas andanças que se vinha a queixar de
uma queda e com problemas mecânicos na corrente, resolvidos alguns kms antes.
Eu levava atenção ao terreno porque as pedras soltas requerem uma pedalada
eficiente e com uma cadência certa, igual a que os "extremes"
traziam, se bem que o ritmo destes é de outro nível (muito tempo de dedicação).
O Carlos não se sentindo bem indica-me para seguir com a minha pedalada, impus
o meu ritmo: pedalada fixa e calma a "controla a coisa".
O calor era infernal, dos dias mais quentes
do ano, sem brisa nenhuma, por vezes era atenuado com a sombra das árvores e
mesmo que quente, a água e o VITARGO ELECTROLYTE eram constantes no corpo.
Em dada altura comi mais duas Oreo, engoli-as
com água fresca de uma fonte, pouco antes de umas descidas em single tracks - a
placa informava DESCIDA PERIGOSA - bastante técnicas em que o pequeno toque no
travão da frente nos faz dar uma cambalhota, parei antes de acontecer, se bem
que a lama e o feno ajudariam ao aconchego. Bem dizia o agricultor: "está
muito calor para vocês andarem nisso e nem se pode andar por aí, está tudo
cheio de lama!!!"
Na Aldeia do Carvalho parei em nova fonte, medi
o açúcar ao mesmo tempo que enchia depósitos e refrescava o corpo. 474mg/dL de
glicémia (12:00h - 36km), o valor era elevado, demais até, não compreendi
porque, até então não tinha tido cãibras - causa-efeito em mim - muito menos
pelo que tinha comido e o esforço, até então, deveria ter consumido tudo. Não
entendi muito bem, bebi água e segui só a água e ELECTROLYTE já diluído...
Incisávamos a "derradeira"
pendente, do gráfico de altimetria, mas o sol era TORRIDO. Olhei para cima e
via-se o antigo sanatório (agora futura Pousada), tomando-o como referência em
conjunto com o GPS, sabia que tinha de subir até uma passagem de estrada, perto
do camping do Pião mas teria de subir ainda mais, até as Penhas da Saúde, que
ficavam mais alto que o antigo sanatório. A desistência passou-me pela cabeça
quando encontrei uma fonte, a mais fresca de todas, um verdadeiro "oásis".
Renovei águas, para arrefecer "lavei-me" dos joelhos para baixo e
segui viagem, estava a uma subida de 200m para o 2º abastecimento, ao lado da Estrada
Nacional 339.
As palavras reconfortantes da organização
serviram-me de abastecimento. Medi 365mg/dL (13:11h) levava 43km, tive também oportunidade
de falar com um rider que nunca tinha visto uma Canyon CF SLX 29er "ao
vivo". Perguntei-lhe se queria experimentar, altura em que o seu colega
lhe afirma: "não quero interromper a vossa conversa, mas ainda temos mais
40km para fazer", eram da Extreme...
Como já trazia água fresca e levava
abastecimento nos bolsos, segui para os últimos 10km. Sem cãibras, coisa
estranha, ainda bem porque a subir, sozinho, perto do local de dormida, fazia doer
o corpo e a mente!
Pedalar pela Serra da Estrela e participar
nesta maratona, com esta beleza, puxa-nos pela vontade de chegar ao fim. Tirei
mais fotos, descansei mais um pouco, passou-me o N.1 da Extreme, os guardas
florestais deram-me "FORÇA", sobrevoaram-me os do parapente, passei
pelo posto de vigia e cheguei ao alcatrão, 4 km de subida até as Penhas da Saúde.
Durante esse troço passou o INEM e tornou a
descer. Terminei em #25 da Race, passadas 6:03:30h, fiquei a saber que levava
um rider que não se sentiu bem. Pedi essa informação na sala de massagens, em
que as caras dos presentes eram dum tom rosado, aguardando por vez para se
deitarem. Optei por estirar os músculos.
Arrumei tudo e meço 277mg/dL (15:33h), prontinho
para me meter de baixo da água fria a retemperar e relaxar a musculação. Segui ao
almoço com duas unidades de insulina rápida e acabei com umas cerejas e as
normais conversas das várias ocorrências durante a prova. Algumas desistências foram
sinonimo da dureza da maratona mais exigente de Portugal, a Extreme. Excelente fim-de-semana
e maratona, com tudo a que se tem direito, sobrou CALOR!!!
Não entendi a glicemia, mas não sofri com
ela, tirei-lhe proveito, nem sempre assim é. Não encontrei razão para os
valores durante a prova, até rápida dei de manhã, alturas há que pelo esforço
exigido nestas provas - com horas a pedalar - a basal, medindo a glicemia, em
constante hidratação, ingerindo hidratos é bastante suficiente para ir
controlado. Por ser uma doença cronica cai-se no erro de pensar que é sempre
igual.
Há que assistir ao Tour e treinar alta
montanha…
Boa forma de apresentar o novo logo do já
patrocinador da blue O - "changing diabetes" - há lá melhor forma de
provar que sim!?
Pedaladas boas,
casf
English
English
Good
cycling.
All
marathons worth the names: Tour, Race and Extreme, starting at Penhas da Saúde
(elevation 1500m), was from itself a hardness sign, the only national marathon
on high mountain...
I
did my "ambiance" the previous day, camping in Pião - 400m bellow -
the Castelo Branco temperature difference was considerably less 8/10°C.
The
fast blood glucose was perfect on race day, 120mg/dL (7:30am). I followed the
normal insulin reduction and I take a breakfast consisting with milk with
powder cocoa, olive oil bread, 1 small yogurt and 4 cookies.
There
weren't many riders, 94 in total, Tour (4) went out with 15min. after the Race
(33) and Extreme (56), and we left at 8:40am, 10min. delay relative to schedule
time. On da Estrela Mountain Natural Park are true "rock gardens",
the first 25km were pretty much downhill, registering some falls, caused by
loose stones and rains ditches. What a fabulous view from Zêzere Glacier
Valley.
Culminated
in Verdelhos river beach, 1st supply zone. I drank 100% orange juice
(from packet), ate a banana and a half, and a 2nd Oreo style cookie
- I ate 1st one during those 25km - and drank lots of water. Not
measured my glucose blood but some tracks, till there, demanding quite
concentration.
From
here it began the real uphill’s, the accumulated was near the 400m when some of
the "Extremes" passed by me and Carlos Figueiredo, recent MTB friend
that had been complaining from a fall and chain mechanical problems, solved
some kms before. I took attention to the ground because loose stones require an
efficient cycling and cadence, the same as "Extremes" brought,
although they pace is from another level (long dedication to). Carlos not
feeling well tolls me to move on, I imposed my pace: fixed cycling and calm
"controlling the thing".
The
heat was hellish, the hottest days of the year without any breeze, was
sometimes attenuated with trees shades and with hot water and VITARGO
ELECTROLYTE were constantly in my body.
Some
were I ate two more Oreo, swallow them with fresh water from a fountain, just
before a single tracks downhill’s - the board informed DANGEROUS DESCENT -
quite technical, a little touch in the front brake makes us doing a somersault,
I stopped before it happened, though mud and hay will help to warmth. I passed
near a farmer well said: "it's too hot for you to cycling and you can't
even walk around there, everything is full of mud!"
In
Aldeia do Carvalho I stopped at a water source, I measure my blood glucose while
filling water bottles and freshened my body. 474mg/dL (12:00pm - 36km), the
value was high, too much, I didn't understand why, until then hadn't any cramps
- cause-effect on me - much less for what I had eaten and the effort, so far,
should have burned everything. I did not quite understand, I drank water and I follow,
now only with water and ELECTROLYTE already diluted...
We
start the "ultimate" pending graph altimetry, the sun was burning. I
looked up and saw the old sanatorium (now future Inn), taking it as a reference
together with GPS, I knew I had to climb up to a road pass, near Pião camping,
but I would have to rise further, till Penhas da Saúde, which were higher than
old sanatorium. The withdrawal went through my head when I found another
source, the coolest of all, a true "oasis". Renewed waters, to cool
"I washed" from my knees to feats, I followed, I and was a 200m climb
from 2nd supply zone, near National Road 339.
Comforting
words from organization served me as supply. I measure 365mg/dL (1:11pm) led
43km, also had the opportunity to speak with a rider who had never seen a Canyon
CF SLX 29er "live". I asked him if he wanted to try it, when his
colleague says: "I do not want to interrupt your conversation, but we
still have more 40km to do," they were from Extreme...
As
has brought fresh water and had supply on my pockets, I followed for last 10km.
No cramps, strange, I'm glad because climbing alone, near sleeping site, body
and mind were hurting!
Riding
on Estrela Mountain and participate in this marathon, with this beauty, pulls
us by to come to an end. I took more photos, rested some more, it passes me
Extreme N.1, the Forest Rangers gave me "FORCE", paragliding flew me,
I passed the watch post and got the tar, 4 km climb until Penhas da Saúde.
During
that path INEM (Medical Emergency National Institute), passed though me, and
came down again. I finished #25 on Race marathon, 6:03:30h, I knew they
carrying a rider who did not felt well. I asked for this information at the
massage spot, where faces of those presents were a pinkish hue, waiting to lie.
I chose to stretch the muscles.
I
packed everything and I measure 277mg/dL (3:33pm), already too went down to
cold water, refresh and relax muscles. Follow the lunch with two fast insulin
units and ended up with cherries and normal conversations of several
occurrences during the race. Some give ups were synonymous of hardness, the
most demanding marathon in Portugal, the Extreme. Excellent weekend and marathon,
with everything I has right, less the HEAT!!
I
did not understand my glucose, but did not suffer with it, is not always like
that. I found no reason for the values during the race, even fast insulin I
take in the morning, sometimes required efforts in these events - cycling for
hours - the basal insulin, measuring blood glucose at constant hydration,
eating carbs is quite enough to get well controlled. Being a chronic disease, we
fall on the mistake, thinking every time is always the same.
Need
to watch the Tour and train high mountain...
Good
way to introduce the new logo from blue O sponsor - "changing
diabetes" - is there better way to prove that yes!?
Cycling good,
casf
VI Maratona BTT Gardunha "Rota da Cereja"
Boas pedaladas,
Este ano a Maratona da Gardunha tem diversos percursos, incluindo para os mais pequenos, as quais apelidou com nomes.
No meu caso vou tentar fazer o maior, 75km, Maratona "Aldeias Históricas".
Tem a Maratona "Rota da Cereja", 45km e a "1ª Rota da Cereja", dedicada a escalões mais jovens: benjamins, iniciados, infantis e juvenis.
-/-
-/-
Boas pedaladas,
Este ano sem me ter
apercebido muito bem, fui à BTT Gardunha fazer a maior. Entre os 45km e os 75km,
arrisquei “foi cá um tiro”!
As normais descidas
de insulina, com a glicémia de 98mg/dL em jejum foi um bom começo. O dorsal obrigava-me
a estabelecer uma grande proximidade, sem inibições, dada a nosso
relacionamento! O calor neste tipo de
intimidade é intenso, nesta altura do ano, na nossa região aumenta, mesmo que
não se revele uma “química entre o casal”, o meu GPS chegou a marcar 42°C.
O gráfico de altimetria
não era do meu agrado, nos últimos 35km eram aplicados quase 2/3 do acumulado
total - 1945m!
Até ao 1º
abastecimento fui recuperando posições, principalmente de cada vez que existiam
subidas. Na única altura em que parei para ilustrar os meus textos, apanhei o vice-versa
do meu dorsal, quase assisti a uma queda, felizmente que não se aleijou de
maior.
Chegamos ao Souto da
Casa, 1º abastecimento, repleto como sempre, 92mg/dL, mesmo tendo dobrado a quantidade
de VITARGO no 1º bidão! Refiz o ELECTROLYTE, comi uma banana e um queque acompanhado
de coca-cola, levei outra banana e mais um queque.
Estava deveras muito calor,
situação que não me desconforta, mas obrigava a um permanente contacto com o
bidom. Do Souto da Casa, passados sensivelmente 10km (íamos com 35km), notei um
quebrar das pernas (sintoma de hipo), a banana e o queque foram imediatamente,
antes, ainda pedalei perdido com um grupo, uns 1000m, fomos conhecer outras
cerejeiras!
Passei num ponto de
água ao km 40, refiz mais ELECTROLYTE, por acaso, soube que era a separação dos
percursos, iniciavam-se aí as verdadeiras ascensões, eram os 1400m de acumulado
dos restantes 35km.
As primeiras subidas
fiz com um companheiro que a um determinado momento, delineando-lhe o percurso,
lhe afirmo:
- “Uíí, ainda vamos a
Castelo Novo, temos muito tempo…!”
Fez-se luz na sua
mente, estava no percurso maior. Continuei mas a fraqueza que levava (agora sei, não mais a recompus), tomei um gel energético e nova seção de fotos…
Numa colina perdida na
gardunha, direcção Alcongosta, um senhor em cima do seu trator pergunta-me se
o abastecimento era ali!. Reconheci o tom da pergunta. Afirmo que não o tinha
no meu conhecimento. A conversa decorreu num tom indireto, ambos cientes da resposta
do outro! O senhor não quis ver as fotos - ainda bem porque ficaram mal - mas também não
lhe disse que já tinha comido cerejas de outro…
Já em Alcongosta, com
a sua célebre fonte, virei outra garrafa de água. Sobre pormenores do percurso responderam-me;
“agora sobes a calçada romana, desces para Alpedrinha, Castelo Novo, aí é o abastecimento,
acho, vais as antenas, mas depois é sempre a descer até ao Fundão”. “NÃO POSSO”,
pensei!!!
O psicológico ficou em
baixo, a forma física estava pior. Complicado para lá chegar, havia um trilho fantástico
entre ciprestes - característica nesta prova - mas
ficava antes da dita calçada romana. O início foi feito há mão, aproveitando
para recuperar, desci para Alpedrinha, estava a desmoralizar bastante. Os pés e
as mãos iam em “brasa”. O mesmo elemento da Organização, que me deu duas bananas,
informa que o 2º abastecimento era mesmo só em Castelo Novo. Foi reconfortante,
ouvir os apoios de quem não faz a menor ideia do nosso propósito ali. Tonifica
a alma!
A dificuldade dos
tracks já na vila de Castelo Novo - se a descer seriam difíceis - como foram em ascensão,
pioraram tudo! Encontrei desnecessário, foram um suplício absoluto! Posso garantir
que foi dos abastecimentos mais bonitos em que parei, por ventura o mais
custoso de alcançar! A praça fantástica toda em granito (vila que conheço particularmente
bem), aproveitei para tirar uma foto com o grupo do meu amigo José Carlos, blue
O rider de Coruche. Comi fruta, pão com doce de cereja - que estava uma beleza -
muita água, refiz o ultimo bidom de VITARGO, tirei um chocolate, ainda tinha uma
banana.
Bem alimentado e
hidratado, tinha uma ligeira dor de cabeça (hipo que tinha começado, talvez, 2 horas
antes), chegaram mais 3 atletas, já eu saía com as antenas na cabeça. As pernas
não respondiam, mesmo pedalando devagar, todos passaram por mim. A recuperação desta
hipo, com constantes subidas, como foi o caso, nunca ocorreu. Parei, descansei,
tirei fotos, apanhou-me outro rider, eu apanhei-o a ele, e garantindo-me que
estava bem desci para o Fundão…
Esta ultrapassei-a
com dificuldade, mas a mente, muitas vezes, revigoriza-se com o facto de ser O
exemplo para os que me seguem. Tem resultado…
Pedaladas bOas,
casf
English
I didn't like the altimetry chart, last 35km were
applied almost two thirds of the total accumulate - 1945m!
We arrived at Souto da Casa village, 1st supply,
full as always, 92mg/dL, even doubling the VITARGO on 1st water bottle!
Redid the ELECTROLYTE, ate a banana and a muffin, I joined with coke, I took off
a banana and another muffin.
The tracks difficulty already in Castelo Novo village
- if going down it would be difficult - as they were rising, everything got
worse! Found unnecessary, were absolutely torment! I assure that was the most
beautiful supply zone I stopped, perhaps the most harder to achieve! A
fantastic granite all square (village that I know particularly well), I take a
photo with a group of my friend, José Carlos, a blue O rider from Coruche. Ate
fruit, bread with cherry jam - it was fantastic - lots of water, redid the last
VITARGO bottle, I took a chocolate and a banana out.
Well fed and watered, I had a slight headache (from the hypo had started, maybe, 2 hours before), it came 3 more athletes, I went out with the antennas on my head. The legs did not react, even cycling slowly, everyone passed me. Hypo recovery, within constant increases, as was the case, it never occurred. I stopped, rested, took pictures, another rider catch me, I catch him, and assuring me it was ok I come down to Fundão.
This one I overpass it with difficulty, but the mind, often, invigorates with the fact that I be the example for those who follow me. It has resulted...
Rides good,
English
Good cycling,
This year, I didn't know haw, I went to BTT Gardunha
doing the largest. Between 45km and 75km, I take the risk "it was a good
shot"!
The normal insulin decreases, my fasting blood glucose
was 98mg/dL, a good start. My dorsal required me to establish proximity without
inhibitions, given our relationship! Heat, in this kind of intimacy is intense,
at this time of the year, in our region increases, even if there isn’t ”chemistry
between the couple," my GPS got 42°C.
Until 1st supply I was recover positions,
especially every time there rises. The only stopped to illustrate my texts, I
picked up the vice-versa of my dorsal, and almost witnessed a fall, which
fortunately he doesn't crippled so mush.
It was very hot indeed, that didn't uncomfortable me
but required a permanent contact with the water bottle. From Souto da Casa, it
passed roughly 10km (already 35km), I noticed a “break” in my legs (a symptom
of hypoglycemia). Banana and muffin were immediately in, before that, I cycled
lost with a group, about 1000m, we went to meet other cherry trees!
I stop on a water point at 40km, I redid more
ELECTROLYTE, by lucky, I knew it was the races separation, from there we start
true ascents, the rest of 1400m accumulation, from remaining 35km.
I made these first ascents with a mate at a given
time, outlining these track, I said:
- "We also go to Castelo Novo, we have plenty of
time ...!"
Light on his mind, he was on the largest marathon. I
continued but I felt weakness (now I know, no longer I recover from it), I took
a energy gel and new pictures section...
On a hill lost in Gardunha Mountain, on my way to
Alcongosta, a farmer, upon his tractor, asks me if the supply zone was there! I
recognized the question tone. I replay him I didn't had on my knowledge that
stop. The dialogue took place in an indirect attitude, both aware of each other
response! He didn't want to see the photos - thank goodness because they were
bad - but as well, I didn't told him I had eaten cherries from another
farmer...
Already in Alcongosta, with its famous fountain, I toke
another water bottle. About details from the route they answered me; "now
you go up the Roman road, go down to Alpedrinha, Castelo Novo, there is the
supply, I think, go to antennas (highest place on Gardunha Mountain), but then
it's always down to Fundão". "I CAN NOT BELIEVE", I thought!!!
The psychological remained low, the physical was
worse. Complicated to get there, there was a great track between cypresses -
feature from this race - but it was before the Roman road. The beginning of it was
made by hand, taking the opportunity to recover, I went down to Alpedrinha. I
was very demoralized. My feet and hands were on "fire". The same Organization
element, who gave me two bananas, reports that 2nd supply was only
in Castelo Novo. It was comforting to hear the support from those who did not
make the slightest idea of our purpose there. It tones our soul!
Well fed and watered, I had a slight headache (from the hypo had started, maybe, 2 hours before), it came 3 more athletes, I went out with the antennas on my head. The legs did not react, even cycling slowly, everyone passed me. Hypo recovery, within constant increases, as was the case, it never occurred. I stopped, rested, took pictures, another rider catch me, I catch him, and assuring me it was ok I come down to Fundão.
This one I overpass it with difficulty, but the mind, often, invigorates with the fact that I be the example for those who follow me. It has resulted...
Rides good,
casf
I Maratona Nós e a Natureza
Boas pedaladas,
Mesmo com um aniversário na noite anterior, pela manhã
não apresentava sintomas de "ressaca", a glicémia em jejum era de
91mg/dL. Perfeito, a normal redução de basal e menos de rápida, fui para Vila
Velha de Rodão, a fazer lembrar uma outra prova na mesma Vila.
Talvez uns 100 atletas marcaram presença num belo dia para a prática de BTT. O início foi rápido e particularmente marcado por um piso repleto de pedra, fosse para rasgar os pneus, verificar as reacções das suspensões, a qualidade dos punhos, ao ponto de, nome caso, me deixar os punhos e braços num estado de desconforto com algumas dores... Já não tinha uma prova assim há algum tempo, muito rolante, tive de abrandar pelo km 15, caso contrário seria um final penoso e por consequência, uma hipo antes do 1º abastecimento.
A maioria das descidas, todas repletas de pedras, algumas com
regueiras de chuvas já passadas, fizeram moça e mercerizavam as mãos -
palmas e dedos - num ponto de água, chegou o carro de apoio com um atleta cujo
ombro seguio o caminho do hospital, aparentemente, tudo bem só a dor deste ofício,
a curar nos próximos dias...
Subimos a Sarrasqueira onde estava o 1º abastecimento, 152mg/dL do abrandamento, uma bolacha calórica pelo meio acompanhada da concentração do VITARGO. Acomodo um borrachão, uma laranja, sumo de maracujá com muita água e trouxe uma banana.
A separação dos percursos foi depois do 25km, quem fazia
os 60km tinha de subir para Atalaia. Uma "senhora subida", por ser
leve tenho alguma facilidade, mas sozinho o ritmo foi parcialmente
"imposto pelo relógio do GPS"... Passei por algumas barragens e um fotógrafo,
reparei que me tirou um retrato em perícia técnica, mais parecia estar perdido
no meio do nada…
Este troço foi percorrido por menos atletas, daí que tenha notado a falta de algumas fitas sinalizadoras, por vezes, olhando o chão, surgiam dúvidas se era o track certo, mas nos locais de cruzamentos, com estradas nacionais, impecável.
Decorreram sensivelmente 20km em que só comi a banana,
sempre a hidratar com Vitargo. Tinha uma sensação de enfardamento. No Cerejal
encontrei o 2º abastecimento, até para lubrificar a corrente havia óleo. Refiz
mais VITARGO ELECTROLYTE, um copo de sumo com uma sandes de queijo e muita água.
Um outro atleta, que saiu um pouco antes de mim, apanhei-o numa subida, uma das várias que sucederam este abastecimento; havia de alcatrão por terra, por estrada nacional, e acabamos da pior forma, em pedra bastantes irregulares e completamente solta... Parei pelo meio; alonguei as pernas, aproveitei para beber - com as pedras convém as duas mãos no volante - e tirei umas fotos, em modo de disparo sequencial, tudo pode acontecer! Acho que apanhei as Portas de Rodão, cartão-de-visita da região Beirã.
Ia com interesse na leitura do relógio queria bater um record pessoal e esta prova estava de feição, rolante quanto baste. Cheguei a meta pelas 13:01:00h.
Medi a glicemia já depois do banho e do VITARGO PROTEIN. 141mg/dL.
Pedaladas boas,
casf
Resumo:
- Km total 56
- Tempo total 4:01:44h, em movimento 3:24:56h,
- Calorias 1721
- Ganho de elevação 1135m
- Posição 17 em 25 "finishers"
- Tempo total 4:01:44h, em movimento 3:24:56h,
- Calorias 1721
- Ganho de elevação 1135m
- Posição 17 em 25 "finishers"
English
Good cycling,
Even
with a birthday party, the night before, the morning I had no symptoms of
"hangover", the fasting blood glucose was 91mg/dL. Perfect, the
normal reduction of basal and less fast insulin, I went to Vila Velha de Rodão,
remembering another event in the same village.
Around
100 athletes attended to a beautiful day for mountain biking. A fast start, particularly
marked by tracks with plenty of stones, were to rip tires, suspensions relativities,
the quality of the handles, for me, give me a discomfort with some pain on my
fists and arms... A long time I hadn't a race like this, so fast on the beginning,
I had to slow down at 15 km, otherwise, it would be a painful ending and therefore
a hypo before the 1st supply.
Some
descents, full of stones, with some rain gaps from passed rainfalls, they hurt
and do pain by the hands - palms and fingers - on a water point, the organization
car came over to support an athlete, whose shoulder followed the way to the
hospital, apparently, it was ok, just the pain from the fall, to heal in the
coming days...
We
climbed to Sarrasqueira where was the 1st supply, 152mg/dL from
cycling relaxation, a caloric wafer together with VITARGO concentration. I cosiness
one Borrachão (typical dry cake), an orange, passion fruit juice with plenty of
water and I brought a banana.
Tracks
separation was after 25km, who made the 60km need to climb to Atalaia village.
A "pretty uphill", being light I have some easiness, alone, the pace
was partially "imposed by the GPS clock"... I went through some dams
and a photographer, I noticed that he took me a picture on a technical spot, seemed
to be lost in the middle of nowhere...
This
section has been covered for fewer athletes, then I noticed the lack of some signaling
tapes, sometimes staring at the floor, doubts arose whether it was the right
track, but locations with crossings roads, it was perfect.
During
approximately 20km I only ate the banana, always hydrating with Vitargo. I had
a sense of baling. On Cerejal I found in the 2nd supply, even to lubricate the
chain we had oil. I redid my VITARGO ELECTROLYTE, a glass of juice with a cheese
sandwich and lots of water.
Another
athlete who leave a little before me, I caught him on a hill, one of several
that followed this supply; had tar by land, national highway, and we ended up
in the worst way, quite irregular loose stones... I stopped in the middle,
enlarged my legs, I drink too - with these stones, should be both hands on the
wheel - and I took some pictures, in sequential shooting mode, anything can
happen! I think I got "Portas de Rodão" - Rodão Doors, one of
business cards from Beira Baixa Portugal region.
I
had interest in my clock reading, wanted to beat a personal record and this was
the right event to do it, rolling. I reached the finish line at 1:01:00pm.
I
measure my blood glucose, after bath and VITARGO PROTEIN taken. 141mg/dL.
Cylcing
good,
casf
Summary:
-
Total 56Km
-
Total time 4:01:44 h, 3:24:56h in movement,
-
1721 Calories
-
Gain elevation 1135m
Pedro Felicio, verdadeirO exemplO
Boas pedaladas,
Pedro Felício o nosso blue O Rider partilhou uma história fantástica, durou 120km!
"Hoje completei o mítico "Raid Alvalade-Porto Covo-Alvalade - 120klm" , evento no qual me tenho vindo a preparar, tanto a nível de dosagem e administração de insulina como a nível de prepação física e técnica, dando razão á afirmação "sem objectivos não há ambição!".
Na noite anterior ao evento administrei mais 5 unidades a mais do que o normal de insulina basal visto que no dia seguinte e de manhã tinha que a reduzir significativamente sem que tivesse algum desequilíbrio... Assim foi, na manhã do evento em vez das 17/18 unidades que costumo dar apenas dei 9 e mais duas de rápida com a glicémia a 131 (espetaculo), comi uma fatia e meia de carcaça integral torrada (pão castanho) com um leve barramento de compota biológica de abóbora + uma caneca de leite com um café expresso misturado sem açúcar (eram cerca das 07h40)...
A partida deu-se ás 9 e como habitualmente faço 10 minutos antes tirei novamente a glicémia e deu 194mg/dL (óptimo, pensei eu...) dirigi-me á zona de pequenos almoços do evento e ainda trinquei um quarto de uma sandes de presunto. O inicio foi rápido, ao klm 12 e sem medir joguei as mãos aos bolsos e trinquei uma barra de cereais pois o andamento rápido e intenso quase de certeza (pensei eu) fazia queimar muito açúcar.... Havia o 1º abastecimento ao klm 20 ao qual eu ignorei e continuei, cerca do klm 25 ingeri um gel e tive a esperança de no famoso abastecimento da barragem de Campilhas (klm 40) estarem óptimos para comer a famosa sandes de carne assada, após a chegada e depois de ter medido eis que o resultado foi de 171mg/dL, optei por isso por beber um copo de sumo e comer uma banana , até á 1a parte do percurso (70klm ida até Porto Covo) nem medi mas comi ainda pelo meio um cubo de marmelada e outra barra de cereais .
Chegado a Porto Covo medi e dá um valor de 159mg/dL (estes 70klm foram feitos em 3h15m a uma média de 24km/h), copo de bebida energética uma banana, fatia de bolo seco + uma barra de cereais, faltavam neste momento 50klm, seguimos e o abastecimento do klm 80 seria o meu ponto de almoço com a glicémia a 102mg/dL vinguei-me e comi duas sandes de carne assada com um copo de sumo e uma banana, numa altura que os músculos estavam a comer rapidamente tudo o que lhes dava e com 2000 e tal kcal já gastas sabia que não iam subir certamente pois ainda tinha mais 40klm de pedal!
Após esse "almoço" tinha-mos + 2 abastecimentos (klm 97 e 113) á qual foram usados para abastecimento liquido e lubrificação de transmissão, mas que sempre que parava verificava a glicemia que estava sempre nos números certos, claro que até aos 120 fui comendo conforme o esforço e grau de exigência! Correu tudo bem, estou extremamente orgulhoso pelo controle treinado e efectuado e pela belíssima prestação de um DIABÉTICO na qual mostro que devidamente controlado pode andar ou exercitar-se ao nível de uma pessoa saudável!
120 klm num total de : 05h41m49s em movimento
06h13m44s de tempo total (das 09h00 ás 15h13m44s)
Média de 21, 4km/h
3849 KCAL
Bat.Cardíacos MAX: 180
Bat.Cardíacos MÉDIO: 150
A representar o movimento "BLUE O" ao mais alto nível!
"DIABETES DOESN´T STOP US.
ITS FUELS US."
Após esse "almoço" tinha-mos + 2 abastecimentos (klm 97 e 113) á qual foram usados para abastecimento liquido e lubrificação de transmissão, mas que sempre que parava verificava a glicemia que estava sempre nos números certos, claro que até aos 120 fui comendo conforme o esforço e grau de exigência! Correu tudo bem, estou extremamente orgulhoso pelo controle treinado e efectuado e pela belíssima prestação de um DIABÉTICO na qual mostro que devidamente controlado pode andar ou exercitar-se ao nível de uma pessoa saudável!
120 klm num total de : 05h41m49s em movimento
06h13m44s de tempo total (das 09h00 ás 15h13m44s)
Média de 21, 4km/h
3849 KCAL
Bat.Cardíacos MAX: 180
Bat.Cardíacos MÉDIO: 150
A representar o movimento "BLUE O" ao mais alto nível!
"DIABETES DOESN´T STOP US.
ITS FUELS US."
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Belo exemplo que podemos tirar e seguir...
Pedaladas boas,
casf
Diabetes blogs mundial / around the world...
Boas pedaladas,
A bleu O já consta na lista mundial de blogs associados a diabetes.
É um site dedicado a pessoas com diabetes e não só.
Segue estes passos e transforma a doença, desmistificando-a, aprendendo com ela.
Se tens um blog sobre a diabetes?
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