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IV Encontro Canyon Owners Club 25/09/2010







Boas pedaladas,

Acusei um tempo de repouso, algo exagerado, já não estava habituado ao “ritmo”.
Passo a explicar;

Acordei com 96 mg/dL de glicemia, coloquei menos unidades que num dia dito “normal”. O pequeno-almoço foi de um copo de sumo sem adição de açúcar (dos concentrados), leite com chocolate em pó e duas torradas com geleia (açucarada).

Saímos já depois das 9 h com um frio de Outono depois de o Verão acabar, assim para o género; de manhã está frio, mas logo vai aquecer!

O andamento era de esperar uns pelos outros, não éramos muitos, mas ninguém acelerava para deixar os outros para traz e passados uns 15 km de passeio acusei um chichi, do género, não aguento mais, tenho de parar, o meu açúcar (no sangue) está alto! Uns amigos esperaram por mim, os três aceleramos o ritmo, foi a única vez, no passeio, que andei a uma velocidade mais alta.

Passados mais uns 10 km apareceu a “pré-hipo” (sintomas; as mão algo dormidas e alguma fome à mistura), sabendo que estávamos perto do chafariz dos Escalos de Baixo (abastecimento) devorei uma barra de cereais com chocolate.

Chegados ao local as senhoras da logística tinham um petisco de coisas boas, pela ordem em que as degluti; broas de mel, ¼ de laranja, bananas, borrachões, água do chafariz e de garrafa, admito, fui repetente algumas vezes...

O descanso foi longo, falamos de tudo e com todos, “apareceu” um workshop de como remendar um furo que alguém não sabia que tinha feito num trilho antes de chegar, eu, ainda fiz uns remates à baliza com um guardião de 8 ou 9 anos!

As iguarias estavam a pedir para serem comidas, foi o que fizemos, estando a barriga pesada e o tempo de espera longo fez-nos arrancar a custo, mas chegamos, alguém nos lembrou; eh pá já estamos nisto há mais de 4 horas!!!

Depois do banho e chegado ao local da degustação a hipo atacou-me de GRANDE, suores frios que me molharam a t-shirt toda, alguma confusão no raciocínio, umas olheiras mórbidas, vulgares em qualquer hipo. Com isto tive de começar por uma sobremesa mas a dor de cabeça que permaneceu depois de uma hora de confraternização, com todos, há muito que não tinha uma.

Como já foi dito por mim, várias vezes, o que adopto no tratamento da minha diabetes vem do conhecimento de vários anos, NÃO É PARA SER SEGUIDO COMO UMA RECEITA PARA TODOS.

Quando disse não estar habituado ao ritmo, quero dizer que por mais “receitas” que tente implementar quando ando de bike, estas nem sempre batem certo, é preciso estar atento a todos os pormenores...


Pedaladas boas,
Carlos

De novo nos trilhos

Boas pedaladas,

Passou o Tour a Volta e a Vuelta e eu sem nada escrever. Como desculpa até podia dizer, é a crise, não mentia muito…

Tenho andado a roer nos patrocínios/apoios, se vamos aos amigos eles disponibilizam, quase que imediato, boas vontades, se nos queremos alargar às marcas comerciais do mundo cíclistico o “giro” entra na fase montanhosa mas se fsalo das marcas comligações ao mundo da diabetes é mesmo para esquecer, vá lá saber-se o porquê!?

Do projecto inicial do equipamento blue O tive de alargar as procuras pois o certo é que ainda não há equipamento. Os novos apoios vão permitir-me continuar neste meu trilho diabético.

Já tinha o esquema, estabeleci novo contacto, desenvolvemos um “brainstorm” e a ideia vai rolar montanha abaixo - um Down Hill puro e duro. Os novos promotores são os meus amigos da COFIDES, os que patrocinam, além de outras, as equipas portuguesas no Cape Epic.

Num bom francês diria “ce parti”!

O proximo fim-de-semana é o passeio dos amantes, compradores, admiradores, os "elitistas" forretas, dos que compram qualidade a preços bombásticos mas também para os amantes de um bom convivio ciclistico; o "IV Encontro Canyon Owners Club".

Logo digo coisas...

Pedaladas boas,
Carlos

1º BTT do Empreeendedorismo da Incubadora de Empresas de Idanha-a-Nova




Boas pedaladas,

A blue O foi no passado fim de semana à vila de Idanha-a-Nova - vila esta da minha infância, não fosse onde os meus pais nasceram e eu brinquei algumas férias de Verão - juntamente com o António (nadador) o Carlos Luís (a criança que não para quieta e com a bike nova já não para mesmo nada) e a Catarina (aquele apoio tão especial).

Foram 3 horas a dar ao pedal num circuito fechado com 7 Km em redor da zona industrial da respectiva vila.

O amadorismo esteve em força, existia a presença de equipas compostas por famílias de pais e respectivos filhos num circuito com alguma parte técnica mas, no meu entender, muito rolante.

O António anda-se a habituar "à coisa" e foi dar-lhe até que as costas lhe mandaram parar ou melhor abrandar.

Já eu fui muito bem com um valor de glicémia de 158 mg/dL foi baixar a quantidade normal de insulina, antes do pequeno almoço, umas barritas no suceder das voltas, um "platano" e muita água para "hidrorefrescar" o body.

Na minha penultima volta levei o mais pequeno, que me perguntou por um dorsal, uma vez que estava a parcicipar, palavras do sujeito!!! Paramos algumas vezes, insisti com ele muitas mais e no final o veredicto na sua "bina" nova foi de; "bueda fixe" num dialecto de uma criança de 6 anos, acabados de fazer, em que as silabas parecem não sair todas da sua boca!

Depois dos banhos esperava-nos um almoço daqueles...


Pedaladas boas,
casf

Os apoios


Boas pedaladas a todos,

Tenho relatado algumas circunstâncias, ocorrências, situações e respectivas soluções e sei lá mais o quê, sempre como tema base a DIABETES no BTT! Na realidade a esta temática podemos agendar-lhe muitas outras.

Hipos e hipers são um “básico”, é do género, aquele pulôver de uma só cor - se for para mim é azul marinho, sffv - que fica bem com qualquer tipo de vestimenta que se ponha, é que estamos a falar de um básico!!!

Durante as “pedaladas” que tento transcrever para as minhas crónicas a hipo vem ter, quase, sempre comigo e a hiper agarra-se-me às pernas, sempre que já vou em ”velocidade cruzeiro” e depois, regra geral, surge o descontrolo do plano.

No BTT com DIABETES a amizade ajuda bastante, digo isto quando não é em circuito fechado que a cada volta a Catarina ou me “chapa” numa foto ou me pergunta se tudo está bem, mas digo-o com experiencia própria, daí mais uma vontade de ter tido a intenção de criar um equipamento próprio para dinamizar, ainda mais, esta temática no mundo do BTT.

Hoje falo de quem me apoia, CANYON e ROTAPRO.
O representante da marca em Portugal, por coincidência, mora na minha cidade, é um amigo que me diagnostica a máquina, como ela tem muito mais andamento que o dono, é raro ir ao “bloco”, vulgarmente conhecido por assistência mecânica.
A ROTAPRO foi daqueles primeiros, inofensivos, mas muito ambiciosos contactos a pedir apoios, respondendo-me passados uns dias afirmativamente. Estes amigos vestem-me como se fosse a festas - de smoking - as marcas que representam, DESCENTE, ULTIMA, LAKE são materiais de primeira no mundo do ciclismo, bons acabamentos e de qualidade que, claro, também se pagam!

Os meus pedidos de apoio ainda continuam, vou lendo, lembrando de uma marca e insisto, mas a “dita” crise abriu a mala e todos os dias tira uma roupa nova. Todos se socorrem dela para afiançar uma resposta negativa a qualquer tentativa de apoio que é pedido.

Resumo-vos a minha procura; comecei pelas farmacêuticas ligadas à diabetes, associações que promovem a luta e o seu combate, pelas que estão ligadas à pratica desportiva e depois as marcas do mundo do ciclismo, mesmo internacionalmente tive contactos e reparei que é como os CV são mais os que não dizem nada que os que te dão força para o projecto mas… a crise, não deixa dar apoio, mas alguns respondem!

CANYON e ROTAPRO foram os pioneiros em apoiar alguém, que logo no inicio, lhes garantiu que nunca chegaria a pódio algum, mas brio próprio não me falta e força de vencer também não. Por isso cá estou na luta diária…

Obrigado a voçes quem me seguem.


Pedaladas boas,
casf

PT Open XCR 24H Castelo Branco















Boas pedaladas,

A blue O esteve em grande, bem representada e a "arma secreta", apanágio de qualquer equipa que se preze, esteve melhor que o "progenitor".

Do previsto solo inicial, passou a dupla; um diabético e um filho de 12 anos.

O "jobim" de 12 anos treina 5 dias por semana natação competitiva, o diabético treina umas horas ao fim-de-semana e é quando "treina". Em casa isto prometia....

6 horas a pedalar na bike, sempre são 6 horas, apesar de 2 voltas à vez…

Como mais velho comecei às 12h e bem, no entanto com o açúcar alto, 234 mg/dL. Depois de 2 voltas e uma paragem para descanso à terceira volta as cãibras apareceram, como é normal, os amigos perguntaram se estava tudo bem, já eu esticava e encolhia as pernas.

Quando parei à quarta volta coloquei 3 unidades de insulina rápida e à sexta volta a hipo apareceu. Cheguei a custo já o António acusava algum cansaço sem nunca dar parte fraca.

A hipo passou com barras, uma fatia de bolo, água, uma banana e antes de entrar ainda dei um “beijo” num quarto de laranja.

Nas 6 horas presentes em campo o mais pequeno socializava até lhe ser imposto um recolher obrigatório e sem termos de condição para não obedecer, só assim todos nós descansámos, até os bikers que o viram no meio da pista!!! Antes, pela labia do proprio foi procurar e buscar um dorsal igual aos tantos que ele via passar.

O jobim “observado” pela equipa Mais Corpo / Personalimpa BTT Team já perto das 6 horas passaram-lhe a “mão plo pêlo”, e que bela massagem, o rapaz habituado à natação foram as costas que acusaram bastante as “marteladas” do terreno, tendo ficando apto para uma volta canhão, não fosse eu passar na meta e ele vir a descer para entrar ainda o aroma da loção lhe estava nos poros…


Tentar explicar a uma criança de 12 anos que participa na época de natação do Interior Centro onde nos seus 5 treinos por semana lhe é imposto atingir objectivos, alcança-los e ultrapassa-los, ganhando, é difícil dizer que se ganha mesmo ficando em último.

Já eu ganho sempre, participo com a minha diabetes e dou-lhe luta, mas desta vez foi mesmo até ao fim, pois não sendo o incentivo dele que foi à minha procura para me dizer que estava à distancia do meu amigo Pedro Roxo de ficarmos em terceiro e como ele dizia à mãe; de ganhar-mos uma medalha!!! Não teríamos ficado a segundos da medalha mas sim a algo mais.


Pedaladas boas,
casf
PS - Obrigado à Joaninha e ao Paulo Alves, pelas fotos.

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Preparativos

Boas pedaladas,

A blue O já lá andou a marcar lugar...

A minha mulher falou com a equipa espanhola, estava ARREPIADA, a noite está algo fria, mas o fim de semana promete. Virá calor e amizade, no ar e em terra, parece que é necessário as suspensõens a funcionar!
A minha previsão aconteceu, vou ainda sem equipamento blue O no entanto levo o meu filho para me ajudar a comer kms, faremos uma dupla, já que vai ser uma "digestão" com alguma inteligência à mistura para evitar hipo (fadigas) e hiper (com a típica cãimbra, e se o sol apertar...).
Boa sorte a todos, que ninguém se magoe.


Pedaladas boas,
casf


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Portugal Open Xcr, 24 HORAS BTT®







Boas pedaladas,

A lagoa da minha cidade, em plena zona de lazer, perto da piscina praia, vai ser "palco" de mais uma edição das 24 horas em BTT (www.ptopenxcr.com) e a blue O vai estar presente.

No ano transato efectuei perto de 100km, incredulo fiquei, a bem dizer!!!

Este ano vou tentar perceber como se faz, tendo a minha DIABETES como parceira de equipa, logo, companhia durante 6 horas, é que as minhas 24 horas serão só 6 horas.

Vou tentar efectuar o máximo de voltas ao circuito, tendo em atenção as hipos e evitar as hiper, isso sim, com um bom ambiente de amizade.

Pedaladas boas,
casf


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