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1º BTT do Empreeendedorismo da Incubadora de Empresas de Idanha-a-Nova




Boas pedaladas,

A blue O foi no passado fim de semana à vila de Idanha-a-Nova - vila esta da minha infância, não fosse onde os meus pais nasceram e eu brinquei algumas férias de Verão - juntamente com o António (nadador) o Carlos Luís (a criança que não para quieta e com a bike nova já não para mesmo nada) e a Catarina (aquele apoio tão especial).

Foram 3 horas a dar ao pedal num circuito fechado com 7 Km em redor da zona industrial da respectiva vila.

O amadorismo esteve em força, existia a presença de equipas compostas por famílias de pais e respectivos filhos num circuito com alguma parte técnica mas, no meu entender, muito rolante.

O António anda-se a habituar "à coisa" e foi dar-lhe até que as costas lhe mandaram parar ou melhor abrandar.

Já eu fui muito bem com um valor de glicémia de 158 mg/dL foi baixar a quantidade normal de insulina, antes do pequeno almoço, umas barritas no suceder das voltas, um "platano" e muita água para "hidrorefrescar" o body.

Na minha penultima volta levei o mais pequeno, que me perguntou por um dorsal, uma vez que estava a parcicipar, palavras do sujeito!!! Paramos algumas vezes, insisti com ele muitas mais e no final o veredicto na sua "bina" nova foi de; "bueda fixe" num dialecto de uma criança de 6 anos, acabados de fazer, em que as silabas parecem não sair todas da sua boca!

Depois dos banhos esperava-nos um almoço daqueles...


Pedaladas boas,
casf

Os apoios


Boas pedaladas a todos,

Tenho relatado algumas circunstâncias, ocorrências, situações e respectivas soluções e sei lá mais o quê, sempre como tema base a DIABETES no BTT! Na realidade a esta temática podemos agendar-lhe muitas outras.

Hipos e hipers são um “básico”, é do género, aquele pulôver de uma só cor - se for para mim é azul marinho, sffv - que fica bem com qualquer tipo de vestimenta que se ponha, é que estamos a falar de um básico!!!

Durante as “pedaladas” que tento transcrever para as minhas crónicas a hipo vem ter, quase, sempre comigo e a hiper agarra-se-me às pernas, sempre que já vou em ”velocidade cruzeiro” e depois, regra geral, surge o descontrolo do plano.

No BTT com DIABETES a amizade ajuda bastante, digo isto quando não é em circuito fechado que a cada volta a Catarina ou me “chapa” numa foto ou me pergunta se tudo está bem, mas digo-o com experiencia própria, daí mais uma vontade de ter tido a intenção de criar um equipamento próprio para dinamizar, ainda mais, esta temática no mundo do BTT.

Hoje falo de quem me apoia, CANYON e ROTAPRO.
O representante da marca em Portugal, por coincidência, mora na minha cidade, é um amigo que me diagnostica a máquina, como ela tem muito mais andamento que o dono, é raro ir ao “bloco”, vulgarmente conhecido por assistência mecânica.
A ROTAPRO foi daqueles primeiros, inofensivos, mas muito ambiciosos contactos a pedir apoios, respondendo-me passados uns dias afirmativamente. Estes amigos vestem-me como se fosse a festas - de smoking - as marcas que representam, DESCENTE, ULTIMA, LAKE são materiais de primeira no mundo do ciclismo, bons acabamentos e de qualidade que, claro, também se pagam!

Os meus pedidos de apoio ainda continuam, vou lendo, lembrando de uma marca e insisto, mas a “dita” crise abriu a mala e todos os dias tira uma roupa nova. Todos se socorrem dela para afiançar uma resposta negativa a qualquer tentativa de apoio que é pedido.

Resumo-vos a minha procura; comecei pelas farmacêuticas ligadas à diabetes, associações que promovem a luta e o seu combate, pelas que estão ligadas à pratica desportiva e depois as marcas do mundo do ciclismo, mesmo internacionalmente tive contactos e reparei que é como os CV são mais os que não dizem nada que os que te dão força para o projecto mas… a crise, não deixa dar apoio, mas alguns respondem!

CANYON e ROTAPRO foram os pioneiros em apoiar alguém, que logo no inicio, lhes garantiu que nunca chegaria a pódio algum, mas brio próprio não me falta e força de vencer também não. Por isso cá estou na luta diária…

Obrigado a voçes quem me seguem.


Pedaladas boas,
casf

PT Open XCR 24H Castelo Branco















Boas pedaladas,

A blue O esteve em grande, bem representada e a "arma secreta", apanágio de qualquer equipa que se preze, esteve melhor que o "progenitor".

Do previsto solo inicial, passou a dupla; um diabético e um filho de 12 anos.

O "jobim" de 12 anos treina 5 dias por semana natação competitiva, o diabético treina umas horas ao fim-de-semana e é quando "treina". Em casa isto prometia....

6 horas a pedalar na bike, sempre são 6 horas, apesar de 2 voltas à vez…

Como mais velho comecei às 12h e bem, no entanto com o açúcar alto, 234 mg/dL. Depois de 2 voltas e uma paragem para descanso à terceira volta as cãibras apareceram, como é normal, os amigos perguntaram se estava tudo bem, já eu esticava e encolhia as pernas.

Quando parei à quarta volta coloquei 3 unidades de insulina rápida e à sexta volta a hipo apareceu. Cheguei a custo já o António acusava algum cansaço sem nunca dar parte fraca.

A hipo passou com barras, uma fatia de bolo, água, uma banana e antes de entrar ainda dei um “beijo” num quarto de laranja.

Nas 6 horas presentes em campo o mais pequeno socializava até lhe ser imposto um recolher obrigatório e sem termos de condição para não obedecer, só assim todos nós descansámos, até os bikers que o viram no meio da pista!!! Antes, pela labia do proprio foi procurar e buscar um dorsal igual aos tantos que ele via passar.

O jobim “observado” pela equipa Mais Corpo / Personalimpa BTT Team já perto das 6 horas passaram-lhe a “mão plo pêlo”, e que bela massagem, o rapaz habituado à natação foram as costas que acusaram bastante as “marteladas” do terreno, tendo ficando apto para uma volta canhão, não fosse eu passar na meta e ele vir a descer para entrar ainda o aroma da loção lhe estava nos poros…


Tentar explicar a uma criança de 12 anos que participa na época de natação do Interior Centro onde nos seus 5 treinos por semana lhe é imposto atingir objectivos, alcança-los e ultrapassa-los, ganhando, é difícil dizer que se ganha mesmo ficando em último.

Já eu ganho sempre, participo com a minha diabetes e dou-lhe luta, mas desta vez foi mesmo até ao fim, pois não sendo o incentivo dele que foi à minha procura para me dizer que estava à distancia do meu amigo Pedro Roxo de ficarmos em terceiro e como ele dizia à mãe; de ganhar-mos uma medalha!!! Não teríamos ficado a segundos da medalha mas sim a algo mais.


Pedaladas boas,
casf
PS - Obrigado à Joaninha e ao Paulo Alves, pelas fotos.

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Preparativos

Boas pedaladas,

A blue O já lá andou a marcar lugar...

A minha mulher falou com a equipa espanhola, estava ARREPIADA, a noite está algo fria, mas o fim de semana promete. Virá calor e amizade, no ar e em terra, parece que é necessário as suspensõens a funcionar!
A minha previsão aconteceu, vou ainda sem equipamento blue O no entanto levo o meu filho para me ajudar a comer kms, faremos uma dupla, já que vai ser uma "digestão" com alguma inteligência à mistura para evitar hipo (fadigas) e hiper (com a típica cãimbra, e se o sol apertar...).
Boa sorte a todos, que ninguém se magoe.


Pedaladas boas,
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Portugal Open Xcr, 24 HORAS BTT®







Boas pedaladas,

A lagoa da minha cidade, em plena zona de lazer, perto da piscina praia, vai ser "palco" de mais uma edição das 24 horas em BTT (www.ptopenxcr.com) e a blue O vai estar presente.

No ano transato efectuei perto de 100km, incredulo fiquei, a bem dizer!!!

Este ano vou tentar perceber como se faz, tendo a minha DIABETES como parceira de equipa, logo, companhia durante 6 horas, é que as minhas 24 horas serão só 6 horas.

Vou tentar efectuar o máximo de voltas ao circuito, tendo em atenção as hipos e evitar as hiper, isso sim, com um bom ambiente de amizade.

Pedaladas boas,
casf


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IV Maratona Alcains-Gardunha




Após a Açafa descobri o grifo de Vila Velha de Rodão, o pjfa mandou-me a única foto que há, até ao momento, com o logo da equipa blue O, o palxandre passou, leu e deu a sua força...




Boas pedaladas,

A IV Maratona Alcains-Gardunha, como dizem os mais batidos, não podia ter lugar sem a tão conhecida chuva, mastodonticamente presente de baixo e por cima, digo eu!!!

Eu passei despercebido, ainda, sem o equipamento, mas nesta maratona esteve tudo impecável, SIM SENHOR!

Em jejum medi 225 mg/dL, excessos da noite passada, coloquei umas unidades, reduzi algumas e alimentei-me de hidratos lentos, pão com doce light e leite com coffee. Já em Alcains debrucei-me sobre um bolo seco e água.

Com as pressas esqueci o medidor de glicemia, nos vários sacos, tipo noiva em dia de casamento, ficou no que iria levar para o banho.

Com o inicio a decorrer reparo que o conta km estava a dar horas e não km’s!!! O “gajo ateimou” comigo durante toda a maratona e ganhou. Nos últimos, supostos, 20 kms da Soalheira para Alcains com a água e cair de cima e a "voar" de baixo, até a lama teimava em travar e durante esta luta com a natureza tive 2 baixas de “sugar”!

Provavél origem; Durante os abastecimentos bebi água, passei pelas laranjas e bananas e mais um bolo seco, dediquei-me ao queijo da Soalheira e uma barra ou outra entre os "preliminares" mas na parte final acusei cansaço. Senti a falta dos dois aparelhos, um que me indica os valores de açucar no sangue (mg/dL) o outro permite-me controlar o esforço por saber quantos km's me faltam para terminar.

RECOMENDO vivamente aparelhos que nos possam ajudar no controlar da O em situação de esforço.

Nunca gostei muito de água e bike, se bem que na Holanda cheguei a andar até com guarda-chuva numa Gazele holandesa, no entanto já posso dizer que “não morro burro”!

Pedaladas boas,
casf


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Esmiuçando, tipo gato, a nossa O


Boas pedaladas,

Hoje tentarei ser um pouco mais esmiuçado, tipo gato, na nossa questão da O.

Como referi, antes de abordar o pequeno-almoço dos Trilhos da Açafa, assaltei, literalmente, um iogurte grego açucarado e de morango, receita Grega, e digo que o “roubei” porque estava atrasado, foi tudo a correr, peguei nos haveres e saí, quase pela janela, para não chegar atrasado!!!

Chego a tempo, faço a medição, recomendo SEMPRE, e registo o valor; 136 mg/dL.

Está óptimo, para estar sentado ao computador, aqui no fórum, agora, para ir “escalar paredes”, que até aprecio e desce-las é preciso encher o depósito e os bolsos do Jersey, não vá ser preciso, digo isto com conhecimento de causa.

Geralmente os meus treinos rondam os mesmos 35km deste passeio, com muito menos declives é certo, no entanto acomodei-me a isso, ao pensar que com uma fatia de bolo, vá, comi duas, é que eram caseiros, iria ser suficiente para me aguentar até ao abastecimento onde me “atirava” outra vez, conseguindo assim concluir os 35km.

Devo dizer que esta minha “prova” foi algo esquisita no que diz respeito a comidas açucaradas e ainda assim no final a hipo deu um ar da sua graça.

Julgo ter despendido um esforço enorme nas subidas, se bem que me aguento bem, penso, que o devo ao meu peso pluma, 68/70Kg para 1.78m e uma cadência certinha, estilo Indurain, a determinada altura, passados uns 15Km e sem vislumbrar o abastecimento, receoso desse esforço pus a mão ao bolso para começar com as bolachas, agora uma, uma descida e respectiva subida e mais outra, desfiz algumas bolachas na luva, enfim…

Chego ao abastecimento, com a azáfama no local, ainda avisei os bombeiros da iminente chegada do rapaz que tinha caído antes, tendo-se confirmado fractura na clavícula. Dei 3 ou 4 “beijos” em laranjas cortadas em quatro, aviei outro bolo acompanhado de um pouco de sumo, preenchi o bidom com água e tornei a subir.

Os 15km a faltar para a meta foram feitos a um ritmo semelhante, lamacento quanto baste, onde os últimos 5km já acusaram, melhor, eu é que acusei um cansaço rítmico apelidado de “falta de treino”.

Friso a Importância: Os procedimentos que adopto são questão de alguns anos de “amizade” mútua e um conhecimento recíproco da minha diabetes, que como tenho dito, nem sempre saí como eu/nós julgamos que vai acontecer. Quero dizer com isto que o que eu possa fazer pode não ser o correcto para alguém que também tenha os mesmos valores, sintomas, peso, idade, unidades e até tipos de insulina…


Pedaladas boas
casf


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